Ela na íntegra – parte 1

Como prometido, segue a entrevista na íntegra que o Na Pilha fez com a colunista social Kinha. Confira aí:

Kinha posa com uma recordação de viagens

Kinha posa com uma recordação de viagens

AS FESTAS:

 NA PILHA – Vamos começar por uma marca registrada sua, que são as festas. O que é o melhor da noite?

KINHA – A noite é onde as coisas acontecem. Se bem que isso não tem nada a ver, porque de dia as coisas também acontecem. (Kinha interrompe a entrevista para reclamar com a repórter que tirava fotos seguidas dela, já que, na sua opinião, não é fotogênica). O melhor da noite são as estrelas, o clima.

 NP – E o melhor do dia?

KINHA – Eu adoro festas ao meio dia, por exemplo nos sábados, porque daí no domingo posso descansar, curar a ressaca. O sol também é o melhor, porque dá vida. Não tem graça um dia nublado.

 NP – Uma festa para nunca esquecer?

KINHA – Nossa são tantas! Eu posso citar a primeira festa da Kinha, que foi feita na Scaler (boate que existia em Venâncio Aires). Só entrava com convite nominal e foi uma corrida das pessoas para conseguir.

 NP – E uma festa para esquecer?

KINHA – Uma que não deu certo e eu poderia esquecer foi um baile que fiz quando comemorei quinze anos de colunismo social. Ou foi dez anos? Nega, quantos anos foi aquele baile que não deu certo? (Grita para a publicitária Rosilene Terezinha, a Nega, que está trabalhando na sala ao lado.) Foi dez anos. Eu fiz a festa tradicional da Kinha e mais um baile, que não atingiu o público esperado. Mas foi tudo lindo, maravilhoso para quem estava lá. Eu sempre digo que um dia vou pegar todas aquelas pessoas que estiveram lá prestigiando e colocar num avião para uma viagem.

 NP – O que não pode faltar…

 KINHA – Atende meu telefone, vai que é uma página! (Novamente grita para a sala ao lado, desta vez porque o seu telefone está tocando e Kinha imagina que pode ser um anunciante que deseja uma página inteira do jornal).

 NP – O que não pode faltar em uma boa festa?

KINHA – Boa música, com um pouquinho de sertanejo universitário, que agora está na moda. A cerveja tem que ser de preferência da mesma marca. Deus o livre! Eu não gosto de chegar em uma festa e ter que trocar de naipes. E claro, tem que estar de bem contigo mesma.

 NP – Qual a melhor companhia para uma festa?

KINHA – Quem está de bem com a vida. Eu não quero encontrar numa festa uma pessoa mal humorada, brava. Então é melhor ficar em casa.

 NP – Carnaval na Bahia ou no Rio de Janeiro?

KINHA – Eu prefiro camarote, porque tu é mais bem atendida. Pode colocar ali: eu sou pobre, mas exigente.

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Uma resposta to “Ela na íntegra – parte 1”

  1. Beatriz Colombelli Says:

    Adoreiiiiiiiiiiiiiiii a entrevista com a Kinha…… ela é simplesmente Kinha! abraços

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