Ela na íntegra – parte 4

 

Kinha mostra que também é boa de churrasco

Kinha mostra que também é boa de churrasco

 

O QUE VOCÊ PENSA SOBRE:

 NP – Fama?

KINHA – Isso é muito complicado. Assim como você pode estar lá em cima, você pode estar lá em baixo.

 NP – Mas o que você pensa das subcelebridades?

KINHA – Todo mundo vai passar por essa fase. Depois vão crescer e ver que aquilo ali foi apenas mais uma coisa que aconteceu na vida deles, que não é por aí.

 NP – Tu acha que a beleza está aliada a futilidade?

KINHA – Coloca ali: silêncio.

NP – Política?

KINHA – Para ser bem sincera eu não gosto de política, mas infelizmente tudo gira em torno disso. Já fui várias vezes convidada para ser candidata, mas eu não gosto.

NP – Religião?

KINHA – Eu rezo para Deus todos os dias antes de dormir. Só quando chego de ‘shloks’ que não dá.

NP – Humor?

KINHA – Agora vai pegar mal. Fica mal humorado em casa, com as paredes.

NP – Amor?

KINHA – É bom mas dói.

NP – Por que dói?

KINHA – Ué, amor pra ti nunca doeu?

NP – A entrevistada é você.

KINHA – Chega, você já tão indo muito fundo.

NP – Violência?

KINHA – É o fim da picada. Nunca sofri violência física, mas em palavras sim.

NP – Miséria?

KINHA – É uma tristeza. Eu me pergunto por que uns tem tanto e outros não tem nada? Vamos começar tudo de novo, zerar tudo. Terceira guerra mundial e iniciar novamente.

NP – Riqueza?

KINHA – Não é tudo. Bom para quem nasceu rico, mas não é tudo. Eu sou uma que não quero ser rica: vai vir muito parente.

NP – Tem medo de que?

KINHA – Sapo!

NP – Tem medo de ficar velha?

KINHA – Nem penso nisso.

NP – Que criança que você foi?

KINHA – Segundo minha mãe e minha irmã, eu fui uma criança sapeca. Eu tenho problema, sabe por que? Uma vez a minha irmã me deixou cair aqui na escadaria, na frente da Igreja. (risos)

NP – O que você ainda traz da infância?

KINHA – Eu lembro da primeira bicicleta que eu ganhei do Papai Noel.

NP – Na adolescência, namorou muito?

KINHA – Meus casos eram ficantes. Meu primeiro beijo foi com 15 anos. Uma ou duas vezes foi um louco lá em casa. Eu nasci para ser livre, leve, solta.

NP – E hoje, como está o coração?

KINHA – Cada vez mais eu me convenço que eu vou ser livre, porque… (silêncio)

NP – Como você ingressou no colunismo social?

KINHA – Eu comecei no jornal para fazer uma pesquisa de opinião pública e descobrimos que o que as pessoas sentiam falta era a coluna social. Eu entrei em maio de 1988 no Jornal e em agosto eu lancei a primeira coluna, com o jantar Só Elas. Como não podia ir homem, eu fui. Depois disso, no próximo final de semana havia os 15 anos da Aline Freitag. Eu fui convidada e seguiu…

NP – E a aposentadoria?

KINHA – Quero morar na praia para viver da pesca. (risos)

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2 Respostas to “Ela na íntegra – parte 4”

  1. Francine Rabuske Says:

    Que figuraça essa Kinha!

    Galera, o blog está show. Parabéns e sucesso.

    Um grande abraço,
    Francine

  2. Valdir Grana Says:

    Parabéns Kinha!
    Você continua sendo esta grande profissional que conheci há muitos anos na Capital Nacional do Chimarrão, Venâncio Aires.Pessoas como você a nossa sociedade está precisando cada dia mais. A sociedade gaúcha te respeita pela tua lealdade, competência e profissionalismo…
    Um forte abraço!
    Jornalista e radialista Valdir Grana – São Leopoldo – RS

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