A evolução dos telefones

Depois de cinco anos com o mesmo celular (que por sinal já estava jurássico), troquei esta semana de aparelho. Isso me faz lembrar da evolução do telefone.

Lembro que quando criança, se minha mãe queria conversar com minha dinda, que morava em Santa Cruz do Sul, era preciso caminhar duas quadras até chegar em uma Central Telefônica e pagar para utilizar o serviço.

Não havia teclas nos telefones

Por volta dos 9 anos, compramos um aparelho residencial. Vejo nitidamente em minhas memórias minha mãe fazendo a primeira ligação para minha dinda. Estávamos todos ao seu redor, esperando ver a ligação se concretizar. Foi uma festa quando vimos que a ligação fora um ‘sucesso’.

Naquela época, meus amiguinhos de escola também colocavam telefones fixos em sua casa, então trocávamos os números entre nós. Era uma grande alegria quando alguém podia ser encontrado por meio de um telefone fixo.

Quando estava na 8ª série, ganhei um celular de segunda mão do meu dindo. Ele tinha uns 15 centímetros de comprimento e uns 5 centímetros de largura. Era super moderno! Foi um dos primeiros a enviar SMS, e eu também podia trocar a frente dele com capinhas coloridas.

Acredite, ele enviava até SMS!!!

Logo depois foi o boom dos celulares. A Vivo lançou um modelo super em conta, com uma promoção irrecusável. A partir daí, quem era cool, tinha celular.

Um tempinho depois troquei novamente de celular, agora, por um de último geração! Possuía Rádio FM! Nessa época, celular era febre. Era comum passarmos o dia dando toques para os amigos. Além disso, nós nos enviávamos umas mensagens de texto prontas, com bichinhos feitos de caracteres. Acho que hoje isso não existe mais, mas era total febre! Receber um toque do guri mais bonito da sala, por exemplo, era motivo de mostrar para todas as amigas. As mensagens de texto prontas também eram uma forma de dizer sutilmente que estava ‘a fim’.

Esses eram os modelos mais modernos da época!

Claro que sempre havia os ‘galinhas’, que mandavam mensagens e davam toques para todas as meninas. Esses, eram alvos de olhares irados por parte das gurias.

Um ano depois, em 2005, troquei novamente de celular. Esse, super moderno! Agora, além de enviar SMS e possuir Rádio FM, também tirava fotos. Nessa época, a febre das mensagens e dos toques já havia diminuído. O celular voltou a ser usado para sua finalidade: se comunicar quando necessário.

Fiquei com o pobre coitado até ontem. Na verdade, ainda não o aposentei totalmente. Por ser de outra operadora (e não ser de chip, isso só foi surgir muito tempo depois) vou mante-lo até que consiga passar o número novo para uma quantidade suficiente de pessoas.

Você que possui a minha idade, 21 anos, deve se identificar com o que contei aqui. Quem é mais novo, provavelmente, se ainda não possui, deseja um celular touch screem, com mp3, GPS, Wi-fi, câmera para foto de alta qualidade, etc. Daqui há poucos anos, você vai estar como eu: parecendo uma velha, contando para os mais novos que ‘na minha época era assim’.

Faz parte…

Beijosss da Anaa!

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