Sobre livros – parte 1

É tão bom quando você se surpreende com um livro! E foi justamente isso que ocorreu com Wake, de Lisa Mcmann.

Eu tenho a mania de, sempre que pego um livro nas mãos, abri-lo em uma página aleatória e ler um trecho. Não sei exatamente por que faço isso, mas geralmente isso determina minha impressão sobre aquela edição. Talvez, isso seja uma interpretação livre de ‘julgar um livro pela capa’. No meu caso, é julgar o livro pelo ‘miolo’.

Quando Wake chegou na minha casa (ele veio pelo Correio), abri o plástico que o envolvia e cumpri meu ritual. Mas antes de ler qualquer palavra, quase tive um infarto. A editora usou fonte 14 (no mínimo), espaçamento duplo e margens de uns 6 centímetros. Ok, estou exagerando um pouco, mas o certo é que um volume de 208 páginas poderia, tranquilamente, ser condensado em 50 se fossem utilizados padrões comuns.

Nem preciso dizer que me senti lesada, afinal, à primeira vista, a interpretação que fiz foi: “a escritora fez uma história curtíssima e a editora, para enganar os consumidores, fez um layout espaçoso para dar a impressão de volume. E cobrar mais caro, claro”.

Mas de qualquer forma, abri a primeira página e comecei a ler. Bá, que surpresa. O livro, de fato, é curtíssimo (devo ter lido ele em umas duas horas). Mas que historinha bem boa. É a uma daquelas que você lê para se distrair, para passar o tempo. A autora usa uma linguagem muito própria, diferente do que tenho lido por aí.

A sinopse:

“Para Janie, uma garota de 17 anos, ser sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas está se tornando normal.

Janie não pode contar a ninguém sobre o que acontece com ela – eles nunca acreditariam, ou pior, achariam que é uma aberração. Então, ela vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não quer e não pode controlar.

Mas, de repente, Janie acaba presa dentro de um pesadelo horrível, que lhe causa um imenso terror. Pela primeira vez, ela deixa de ser expectadora e se torna uma participante…”

Claro que a sinopse não conta detalhes adoráveis, como o Gabel, o cara querido por quem Janie se apaixona e que é tão fofo quanto o Edward (isso, esse mesmo, o da Bella). Não vou contar para não estragar a surpresa, mas o desenrolar da história também é inesperado.

Ou seja, é uma daquelas histórias tranquilas e que fazem você terminar o livro com um sorriso no rosto.

Agora, me resta esperar ansiosamente por Fade, o segundo volume da série.

Você tem alguma história envolvendo livros?

Então conta para a gente!

Beijosss da Anaa!

2 Respostas to “Sobre livros – parte 1”

  1. Jussara Says:

    Olá Ana
    Também tenho um ritual para “julgar” um livro que não é pela capa, mas sim leio a introdução e o final, daí decido se levo ou não. rsrsrsrs
    Mas gosto tb dos clássicos brasileiros,e é claro, seu representante-mor(pelo menos para mim) que é Machado de Assis. Comecei a lê-lo por curiosidade ( o 1º foi o Alienista) e então não resisti e fui lendo os outros( Dom Casmurro,Memórias póstumas, etc) Mas vou te dizer li a Saga Crepúsculo(que até gostei) e depois imortal ( que achei uma confusão), lua azul ( não vi muita melhora não) rsrsrsrsrsr
    Mas assim vamos lendo e opinando….e enriquecendo

  2. Anaa Says:

    Olha, faz um tempinho que não leio Machado de Assis… li na escola porque éramos obrigados e sinceramente não aproveitei como deveria, já que estava naquela fase ‘chata’… hehehehe… preciso retoma-lo!

    E quanto a série Imortal, Crepúsculo e afins, eu tenho um sério fraco: não posso passar perto de um romance… me fisga na hora!!! hehehehe

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