Dieta sem extremos

Enquanto fazia trabalhos de aula no domingo à noite, assistia de relance matérias exibidas no Fantástico. Além do casamento de Willian e Kate (adoro histórias de príncipes!), também me chamou a atenção o ‘reality show emagrecedor’ pelo qual estão passando os jornalistas Renata Ceribeli e Zeca Camargo.

Entre consultas com a nutricionista e exercícios físicos na academia, percebi as privações pelas quais os dois estão passando. Sei que em 10 anos o Brasil será feito de pessoas obesas (sim, é assustador), mas não acho legal incentivar os radicalismos.

Pessoas com uma relação saudável com a comida comem de forma normal – nem para mais, nem para menos. É uma equação simples.

Afirmo isso com conhecimento da causa. Depois de perceber que estava exagerando nas pizzas congeladas, salgadinhos, bolachinhas recheadas e barras de chocolate, decidi adotar um estilo de vida mais saudável. Isso foi em janeiro.

Minha primeira providência foi andar de bicicleta. Aproveitei os dias de verão e a companhia do namorado para me movimentar. O segundo passo foi cortar da alimentação todas as ‘porcarias’ que eu listei ali em cima.

No fim de fevereiro, embora estivesse perdendo peso, me conscientizei que meu objetivo não podia ser a magreza. Quando você só quer perder peso, a dieta funciona por um tempo. Depois, vai tudo por água abaixo. Decidi que eu queria conhecer os alimentos, saber quais são bons para melhorar o cabelo, a pele, quais fariam meu intestino funcionar, quais evitariam altas taxas de colesterol e triglicerídios. Enfim, eu queria ser inteligente.

Marquei uma consulta com uma nutricionista e fui cheia de questionamentos para ela. Hoje, cerca de quatro meses depois do meu início, estou sete quilos mais magra e muito, mas muito mais saudável. Se não como frutas, por exemplo, sinto falta. Se minha refeição do almoço não tem legumes, sinto que estou comendo uma coisa ‘pobre’.

Mas onde entram o combate aos radicalismos? Sempre! Se há um aniversário, janta em família, chimarrão com os amigos ou ovos de Páscoa, me obrigo a comer. É verdade! Sabendo dos riscos de uma anorexia ou bulimia, me obrigo a ter uma vida completamente normal em relação a alimentação.

Nos dias comuns, não faltam no meu cardápio frutas, verduras, legumes e cereais integrais. Mas se a ‘festança’ for grande, não deixo de comer um bom churrasco com maionese. Com direito a sobremesa no final!

Beijosss da Anaa!

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