Um ‘salve’ à cultura Hip Hop

O giro de cabeça surgiu simbolizando o helicóptero, visto como objeto de destruição

O giro de cabeça surgiu simbolizando o helicóptero, visto como objeto de destruição

Um salve pra galera! Este post complementa o caderno Na Pilha! de hoje. As quatro páginas não comportaram os assuntos, então aqui tem mais informações…

A Cultura Hip Hop é constituída de cinco elementos: rap, breack, grafite, DJ e conhecimento.

Rap: É a sigla de Ritmo e Poesia. É a parte ‘falada’, realizada pelos Mcs (Mestres de Cerimônia). As letras abordam temas como política, desigualdade social, drogas, amor e paz. Inclui-se, aqui, o Free Stille (batalha de rimas improvisadas por MC’s) e também o Beat Box (que é o som das batidas de samples feitos com a boca).

Grafite: São inscrições e mensagens através da arte-visual aproveitando geralmente paredes urbanas. Embora se discuta a procedência do grafite, em função do vandalismo e da pichação, hoje o grafite é considerado uma das grandes artes contemporâneas.

DJ: O Disc Jockey (DJ) é o responsável pela música. Geralmente faz manobras com os discos de vinil como back-to-Back.

Break: O Break nasce como forma de protesto contra a guerra no Vietnã e defendendo jovens, mortos ou debilitados por ela. Os primeiros B-Boys dançavam simbolizando soldados norte-americanos que voltavam deficientes das batalhas ou representavam algum objeto de destruição, como por exemplo, o giro de cabeça simboliza um helicóptero. A presença de B-Girls (mulheres dançarinas) também cresceu nos últimos anos.

Conhecimento: Instrui que haja busca por conhecimentos, valorizando o estudo em todas as áreas e não apenas relacionado à cultura hip hop. Se o rapper fala sobre realidade é porque a entende e manifesta sua opinião.

 RAP NO BRASIL

O rap surgiu no Brasil em 1986, na cidade de São Paulo. Os primeiros shows eram apresentados no Teatro Mambembe pelo DJ Theo Werneck. Nessa década, era difícil as pessoas aceitarem este estilo musical, pois o consideravam violento e tipicamente de periferia. Na década de 1990, o rap ganha as rádios e a indústria fonográfica começa a dar mais atenção ao estilo. Os primeiros rappers a fazerem sucesso foram Thayde e DJ Hum. Logo, começam a surgir novas caras no rap nacional: Racionais MCs, Pavilhão 9, Detentos do Rap, Câmbio Negro, Xis & Dentinho, Planet Hemp e Gabriel, O Pensador. O rap começava então a ser utilizado e misturado por outros gêneros musicais. O movimento mangue beat, por exemplo, presente na música de Chico Science & Nação Zumbi fez muito bem esta mistura. No cenário gospel também há representantes do movimento. O grupo Apocalipse 16, com mais de 20 anos de trabalho, é liderado por Pregador Luo, que também mantém o selo 7 Taças. Dentre outros, também há Provérbio X, Dj Alpiste, Ao Cubo e Tina.  (Fonte complementar: Sua Pesquisa)

Em Venâncio Aires, também grupos que mantém vivo o movimento e, um deles, é o Provérbio da Rima. O Na Pilha! fez um vídeozinho pra você curtir um pouco mais sobre o assunto!

 

Saudações da Déia***

Uma resposta to “Um ‘salve’ à cultura Hip Hop”

  1. mano dú Says:

    acredito que toda essa cultura gera grandes frutos para que tenhamos boas experiencias de vida, e através desse tipo de trabalho é certo afirmar que haja grandes resultados com a mulekada.. UM FORTE A BRAÇO DO ( MANO DÚ ) PAZ A TODOS RAPAZIADA….

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