Eles fazem coro na torcida

Gione André Godoy acompanha a Assoeva desde que a equipe começou a participar dos campeonatos em nível estadual. Mas o interesse ganhou força quando a equipe ingressou na Liga Nacional de Futsal. “Eu venho assistir aos jogos sempre que possível. Quando não dá, acompanho pelo rádio ou internet”, conta. No seu arsenal de torcedor, o rapaz contabiliza camiseta, chinelo e almofada personalizada com as cores amarelo e verde.
No jogo em que a Assoeva empatou com a Intelli, que trouxe em seu plantel o já eleito melhor do mundo Falcão, Gione reconheceu que este é um dos melhores momentos vividos pelo time em todas as edições da competição nacional. “O técnico Morruga está conseguindo integrar a equipe, que apresenta mais jogadas ensaiadas e união”, opina. Na sua opinião, o destaque da Assoeva fica por conta do jogador Bazílio. “Ele é guerreiro e mostra que tem vontade de ganhar”.
O goleiro da equipe amarela também é o favorito de Mariana Rabuske. Ela afirma que gosta do time inteiro, mas admira a postura de Bazílio em quadra. “Ele faz gols e puxa o time”, destaca. A garota sempre vai aos jogos acompanhadas dos amigos. Na quarta à noite, quem a acompanhava era Maíza Thomas. “Estou vindo pela segunda vez assistir aos jogos a convite da Mari e estou gostando”, conta. Quem também acompanha as gurias é a amiga Amanda, que não pode estar presente na partida contra a Intelli porque tinha aula na faculdade. Mas isso não foi motivo para não acompanhar o jogo. Durante a noite, ela trocou diversos SMSs com as meninas para se inteirar dos principais lances.
Quem também faz dos jogos da Assoeva uma programação entre amigos, é Évelin Gabe. A cada partida, ela vai ao Ginásio acompanhada de seis ou sete pessoas. A turma não deixa de tomar chimarrão e fazer comentários sobre os lances do jogo. Évelin comenta que acompanha o time desde 2008, quando ainda participava da série prata. Por isso, comemora o bom momento da Assoeva. “Eles são uma equipe. Um depende do outro para conseguir bons resultados. Torço para que essa boa fase continue”, ressalta. Como momento mais marcante da sua história como torcedora, ela cita os jogos em Carlos Barbosa contra a ACBF. “Mesmo que não tenha conseguido a vitória, o time mostrou muita raça”, diz, ao ressaltar que a presença maciça da torcida fez a diferença.

DIRETO DO QUARTEL

Tem gente que curte tanto a Assoeva que até dá um jeito de sair do quartel para vir aos jogos. É o caso de Gerson Pocahy. Atualmente, o rapaz cumpre o serviço militar no quartel de Santa Cruz do Sul mas, mesmo com a distância, acompanha os confrontos sempre que possível. O guri começou a ir aos jogos nas finais do Campeonato Gaúcho de 2009. Nessa ocasião, foi até Carlos Barbosa para ver a Assoeva jogar contra a ACBF. Mas Gerson não vai ao Ginásio sozinho: na quarta-feira à noite, ele tinha a companhia dos colegas do quartel, Jeferson Peiter e Ricardo Huve. Para sentirem-se verdadeiros torcedores, usaram até camisetas da equipe venâncio-airensa, todas emprestadas por Gerson.

VOLUNTARIADO

Mais do que torcer pela Assoeva, Marcos Silveira ajuda, como ele mesmo diz, “no que for preciso”. Na quarta à noite, auxiliava de forma voluntária na loja localizada na entrada do Poliesportivo, assim como no portão de entrada dos sócios. O rapaz orgulha-se em dizer que, nesta temporada, faltou em apenas uma partida. “Espero que a equipe continue nessa boa fase. É a primeira vez que a Assoeva está colocando Venâncio Aires na segunda fase da Liga Nacional. Essa é uma injeção de ânimo para os torcedores”, enfatiza.

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