Piercings e Tatuagens

março 25, 2014

Imagem

Piercings e tatuagens são um assunto que já resultou em algumas discussões e caras emburradas da minha parte. Lá com os meus 11, 12 anos, quando perguntava para meus pais se podia colocar um piercing, a resposta era a mesma: um ‘não’ bem grande e redondo.

Pouco antes da minha Primeira Comunhão, fiz os tão famosos segundos e terceiros furos nas orelhas. Lá se foi minha mãe e eu para o hospital (pois na farmácia não faziam a aplicação na cartilagem) com dois pares de brincos com pontinhas recém-feitas. Fiquei com os brincos durante cerca de um ano e, por descuido, acabaram fechando-se os furos. Mas eles foram abertos posteriormente e um deles resistiu insistente até umas duas semanas atrás, quando tive que tirar pelo fato de estar rasgando a orelha.

Com 14 para 15 anos, coloquei um piercing no umbigo, com autorização por escrito dos pais. Esse durou menos de um ano, pois o processo de cicatrização é demorado e precisei retirá-lo após uma rejeição do meu corpo à joia.

Com 15 anos, coloquei um piercing no nariz (nostril). Ao fazer uma entrevista de emprego, acabei tirando e, quem disse que eu conseguia colocá-lo novamente? E lá se foi meu piercing.

Aqui, me perco no tempo e não sei mais as ordens das coisas. Mas fiz minha primeira tatuagem em seguida. Depois, um piercing transversal na orelha esquerda. No fim do mesmo ano, minha segunda tatuagem. No ano seguinte, mais duas no mesmo dia, homenagem aos pais. Ainda no mesmo ano, mais duas tatuagens no mesmo dia, pequenas, com cerca de três centímetros de altura cada. Depois disso, mais uma (nossa, como fiz tatuagens em 2012!).

Nesse meio tempo, coloquei novamente o piercing no nariz, alarguei os lóbulos das orelhas, voltei a usar brincos. No meio de 2013, voltei a alargar os lóbulos das orelhas. Em novembro, fiz minha oitava tatuagem – para minha alegria e irritação dos meus pais. Uma semana depois, coloquei mais um piercing no nariz, agora no lado esquerdo.

Atualmente, tenho oito tatuagens e cinco piercings, contando os alargadores. Sim pretendo ainda colocar mais um ou dois piercings e deu, e ainda algumas tatuagens por vir. Como meus pais reagem a isso?  E ai vai a resposta “ Não adianta falar, tu é teimosa” palavras da minha mãe. Fato que eles não aprovam mas aprenderam a conviver. Para muitos o padrão de beleza são pessoas esqueléticas, mas sei que existe beleza em pessoas assim, que existe a beleza em pessoas modificadas.

Zombie Boy e Monami Frost

Zombie Boy e Monami Frost

Vou deixar aqui um vídeo de uma campanha que a Monami Frost fez intitulada BLANK IS BORING (o Branco é Chato)

Abraços Scheila

 

A saga para aprender inglês

março 24, 2014

jogos-para-aprender-ingles

Estudo inglês desde que me conheço por gente. Tá, ok, nem é tanto. Frequento cursos de inglês desde meus 11 anos. Fazendo-se uma rápida conta, percebe-se que estou nessa mais do que a metade da minha vida!

Nesse momento, algum engraçadinho pode perguntar: e como você ainda não está fluente?

Pois é, meu pai vive me perguntando isso! (rsrsrsrs)

A verdade, é que mesmo estando nessa de estudar uma segunda língua há tanto tempo, passei boa parte do período não gostando da tarefa. Aí já viu:
falta de dedicação + ‘estou sem vontade de ir na aula de inglês’= tempo perdido. Matemática pura.

Em resumo: sempre soube da importância de dominar o ‘idioma da globalização’, mas nunca havia trabalhado minha cabeça para isso. Nos primeiros anos, não gostava das aulas não porque a metodologia ou os professores eram ruins, mas sim, porque eu tinha, simplesmente, medo. Receava não compreender o que os professores diziam, não saber a resposta de um exercício, passar vergonha na frente dos colegas… Com isso, acabei formando bloqueios mentais que me impediram de curtir o aprendizado.

Depois, durante a faculdade, arrumava a desculpa da falta de tempo para não me dedicar. Sendo generosa comigo, faltava tempo mesmo, afinal, trabalho full time e facul todas as noites ‘roubam’ um bocado da semana.

Foi só depois da graduação concluída, que minha relação com o idioma do ‘Tio Sam’ começou a mudar.

Sei que cada pessoa tem o seu tempo e precisa lidar com suas questões. Mesmo reconhecendo isso, acho uma pena ter perdido anos preciosos enchendo a cabeça de ideias sem sentido e arrumando desculpas. Por isso, caso alguém se encontre na mesma situação, deixo algumas dicas:

– Torne o inglês divertido: aproveite músicas, filmes e seriados para aprender vocabulário e treinar o ouvido. Na verdade, essa é uma dica que muita gente dá, mas pouca gente coloca em prática. Bom, ao menos eu, não colocava em prática. A gente escuta músicas em inglês, por exemplo, o tempo inteiro. Mas quantas vezes a gente se concentra na letra para realmente entender o que está sendo dito?

– Convença alguém muito próximo a estudar com você: pode ser os melhores amigos ou o namorado. Quando você encara essa tarefa de forma coletiva, fica bem mais fácil. O período em que mais gostei de estudar inglês, aliás, foi quando tinha o namor como colega. Vai dizer que não é um bom incentivo?

– Encontre um jeito de estudar que você realmente goste. Para mim, essa é a dica mais importante. Por um tempão, tentei me policiar para estudar ‘fora’ das aulas de inglês. Tentava aprender vocabulário, assistir aos tais de seriados, escrever textos… mas a verdade é que eu logo ficava desmotivada. Sabe o que funcionou para mim? Estudar gramática! Sim, nem eu acredito nisso, mas de fato, é verdade! Encontrei uma gramática de ‘autoestudo’ que me dá muita satisfação em estudar. Quando estou ‘de bobeira’ em casa, pego o livro, um lápis e uma borracha, e fico ali, fazendo uns exercícios. É quase como se fosse uma palavra cruzada, sabe? As lições são curtinhas e, em cerca de 30 minutos, estudei um capítulo.

O que ajuda também, na minha opinião, é de fato PRECISAR do inglês, seja para o vestibular, um concurso, uma viagem… Estudar um conteúdo, qualquer que seja, sem ver a aplicação real, não é muito motivador. Por isso, se você quer aprender inglês, encontre um motivo para isso. Pode ser para participar de uma premiação, para fazer um intercâmbio, para não passar vergonha na frente dos amigos que sabem tudo… enfim, você é que precisa procurar.

Gostou das dicas? Good luck!

Beijosss da Anaa!

‘Body modification’: a grande maioria prefere não aderir

março 24, 2014

676dea205a31b844fefa82a195305a41

A edição do Na Pilha! dessa semana é sobre tatuagens, piercings, implantes… o famoso ‘body modification’, que, acredito eu, a maioria de vocês já deve conhecer.

Eu, particularmente, amo tatuagens. Até que curto piercings, mas desde que sejam delicados. Tenho uma paixão por tatuagens. Como já postei aqui no blog há um tempo atrás, possuo uma tattoo no quadril esquerdo,  a frase ‘never say never‘. Sempre achei que a maioria dos jovens adorava tatuagens e qualquer tipo de modificação corporal, mas uma pesquisa realizada pelo site Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) mostrou que eu sempre estive errada. Pois é, minha gente! A pesquisa aponta que a “maioria dos jovens reprova a ação e não faria um desenho na pele”.

Com 18.678 votos, entre pessoas com idades de 15 a 26 anos, 54,44% respondeu que não faria qualquer tatuagem. Um número um tanto quanto inusitado, ao meu ver. Segundo uma analista de treinamento e desenvolvimento do próprio site Nube, esse fato, talvez, possa ser explicado pelo preconceito ainda existente na sociedade com pessoas que são adeptas ao ‘body modification’. O preconceito existente, principalmente, no mercado de trabalho é um dos principais motivos pelos quais a grande maioria dos jovens prefira não adquirir a arte na pele.

Confesso que essa notícia me surpreendeu, pois, como eu disse acima, sempre tive o pensamento de que parte da sociedade jovem gostaria de ter tatuagens. Fica de lição.

Beijocas da Mari!

Ser fã é um sentimento meio louco

março 21, 2014

Fans react as U.S. singer Mayer performs at the Rock in Rio Music Festival in Rio de Janeiro

Fãs, muitas vezes, são rotulados como ‘loucos’ pela maioria das pessoas, pois são capazes de fazer muitas loucuras e coisas sem noção para, ao menos, ter um vislumbre do ídolo. Para quem me conhece, sabe que sei muito bem o que é ser fã, mas também tenho meus limites.

Separei algumas loucuras já feitas por fãs ao redor de todo o mundo para vocês darem uma conferida, vejam só:

-Acredite se quiser, mas um fã enlouquecido da cantora Jessie J, já quebrou a própria perna para se parecer com ela.

– Uma grande fã do rapper Kanye West mudou o próprio nome oficialmente e passou a se chamar Sra. Kanye West para demonstrar o quanto ama seu ídolo.

– Um fã obcecado pela Taylor Swift foi preso nas redondezas da casa de praia da cantora, depois de confessar ter nadado até lá. Lembrando que a casa fica em uma ilha.

– A cantora Miley Cyrus foi presenteada com um fã que tatuou todo o seu corpo em homenagem à ela, depois de ter dito que a garota o ajudou após um divórcio.

Há uma grande diferença entre ser fã e ser obcecado, assim como há diferença entre sentir amor e admiração por um ídolo e ter uma obsessão, o que não é saudável para nenhuma das partes. Para tudo, há um limite e, desde que algumas coisas sejam feitas com consciência, todo mundo pode ter seus ‘ataques de loucura’ de vez em quando.

Beijocas da Mari!

Fonte: Site Falafil.

Está na hora de você conhecer a BIRDY

março 21, 2014

Birdy-cd
Outro dia, estávamos, eu e mais duas amigas, indo para Lajeado, e no carro havia uns Cd’s. Dentre eles, um me chamou a atenção. Na foto de capa havia uma menina, muito bonita, por sinal, parada bem no centro. Com o rosto sem muita expressão me olhando. Virei a caixinha de acrílico para ler os nomes das músicas e, o que seria natural, começar da primeira faixa a última, não aconteceu. Meus olhos bateram logo na faixa número três: “People Help The People” . Enquanto tocava umas músicas ‘nada a ver’ no rádio, eu disse: “Vamos escutar este CD”. Ou seja, o da Birdy. Estava curioso para a faixa número três, escutamos a primeira, a segunda, e eu já apaixonado, chegou na terceira e… Bom, para ter uma noção, a terceira faixa do primeiro CD da Birdy é a minha preferida.

Esse nome ficou na minha cabeça: BIRDY BIRDY BIRDY. Como uma pessoa pode se chamar de Birdy? Bom, o nome verdadeiro da cantora é Jasmine, para ser mais exato Jasmine van den Bogaerde. Uma garota de 17 anos do Reino Unido que toca piano maravilhosamente e canta ainda melhor.

Depois descobri que este CD da Birdy era feito de covers e que a música “People Help The People” pertence, originalmente a banda ‘Cherry Ghost’. Mas o encanto mesmo, o que me fez apaixonar por essa garota, que é mais nova que eu, veio logo depois, quando eu descobri o álbum ‘Fire Within’. VOCÊ PRECISA ESCUTAR O FIRE WITHIN, ENTENDEU?

Birdy_-_Fire_Within
Esse álbum, diferente do primeiro, é feito com canções originais e consegue ser melhor que o primeiro. É como se você, agora de verdade, conseguisse sentir a essência Birdy de ser.  Como eu postei logo aí em cima, a faixa de número três do primeiro disco, vou postar aqui em baixo, a faixa de número três, do segundo “Light Me Up”:

Agora você conhece a Birdy, esse passarinho que canta lindamente, acompanhe ela no Facebook:
https://www.facebook.com/BirdyMusic?fref=ts
ou na página brasileira dedicada a ela:
https://www.facebook.com/BirdyBrasilOfficial?fref=ts

Gean manda um abraço aos Birdies. Se apaixonem 🙂

k-Pop

março 20, 2014

kpop_lead_large_verge_super_wide

Eles fazem sucesso por lá e por aqui também. Não sou uma especialista em música. Eu só um gosto a mais. Quando falamos em POP, o que lhe vem à cabeça?  Muitos dirão: Madonna (contribuição de Gean Paulo Naue), Lady Gaga, Miley Cyrus, entre outras. Você já ouviu falar em algumas das seguintes? B.A.P, Girls Generation, Exo, 2NE1? São grupos, as famosas boy bands e girl bands.  O primeiro grupo que conheci foi o B.A.P, o qual gosto. Acho legal o fato da sincronia nas coreografias. Sempre gostei disso, talvez por esse fato, eu goste um pouco de grupos assim. Confesso que conheço pouco dos demais, é só o B.A.P mesmo, mas já olhei diversos clipes de outros. Aqui no Brasil, existe uma legião de fãs de grupos de K-Pop e aí, se não conhece nenhum,  que tal olhar esse vídeo aqui? É um clipe do grupo B.A.P que foi lançado no dia 02 de fevereiro de 2014.

Abraço, Scheila

As melhores partes de ‘Cidades de Papel’

março 19, 2014

Cidades-de-papel-2-1024x682

Como vocês já devem saber – pois eu sempre deixo bem claro – o livro ‘Cidades de Papel’, de John Green, é o meu livro favorito no mundo. Esse livro me conquistou, não pela história, até porque – devo confessar – não é tão envolvente assim, mas pela forma como me fez refletir sobre as atitudes das pessoas, a vida, a sociedade, o mundo.

O autor conta, de uma forma diferente e interessante, as histórias de dois adolescentes que se cruzam quando, ainda crianças, se veem envolvidos no mistério da morte de um desconhecido por ambos. Sem mais detalhes para não acabar contando toda a história, deixo a dica de leitura para vocês, que são apaixonados por livros, assim como eu.

Por ser meu livro favorito, resolvi selecionar as melhores frases e citações da obra, na minha opinião. Aquelas frases que ‘me pegaram de jeito’, aí vai:

“Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.”

“Arrancando a vida pela raiz. Mas só se pode fazer isso quando sua vida já criou raízes.”

“Isso sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguém só por causa da beleza. É como escolher o cereal da manhã pela cor, e não pelo sabor.” 

“O para sempre é composto de agoras.”

“E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros.”

“Os dedos dela eram do tipo que qualquer um gostaria de entrelaçar aos seus.”

“A cidade era de papel, mas, as memórias, não.”

Beijocas da Mari!

Na Pilha! Tá Ligado

março 19, 2014

Embora a primeira foto seja a mesma que já veio para o blog estes dias, não vou falar de novo sobre como foi a coletiva de imprensa do Cidadão Quem. Quero compartilhar com vocês sobre quão bacana é quando podemos sair, passear, dar uma voltinha por aí como repórteres de um caderno jovem (momento ostentação SQN).

Adoramos nos divertir e representar o Na Pilha! ao mesmo tempo. Enfim, curtimos fazer parte da equipe e de ter um trabalho que nos permite estar ligados em tudo que chama a atenção da galera. E descobri que não somos os únicos.

Lá na coletiva encontramos uma outra garota que, assim como nós, faz parte deste universo. O nome dela é Elizandra Ferreira, carinhosamente chamada de Liz. A guria faz parte do caderno jovem Tá Ligado, do Jornal Arauto, de Vera Cruz.

Queríamos (eu, Mari, Mô e Gab) ‘tirar’ uma foto com o Duca e o Luciano Leindecker. Mas se um de nós fizesse a foto, não apareceríamos todos na foto. Aí alguém perguntou: “Quem vai fazer pra gente?” (parece uma chamada ao Chapolin Colorado! hehe…). Meio que por extinto, olhei pra Liz e perguntei: “você pode fazer a foto pra gente?”. Ela, com belo sorriso, disse que sim, e pediu para a gente fazer a foto pra ela também.

Lembrei que tinha visto ela em alguns encontros entre jornais. Então, enquanto aguardávamos para chegar a nosso “minuto” com os cantores, conversamos um pouquinho sobre nossos cadernos. Sabe quando você olha no s olhos da pessoa e percebe que ela vibra por fazer aquilo? Esta é a Liz.

Assim como nós, a guria curte muito fazer parte do Tá Ligado e até contou pra gente que, quando o caderno surgiu, nossa colega, a Anaa, estava lá no Arauto e fez parte da equipe. Além disso, Liz já participou de edições anteriores do Bate-papo Pilhado, evento que o Na Pilha! promoveu por um tempo, por meio da Unisc. 

Foi bacana este intercâmbio de informações entre  Na Pilha! e o Tá Ligado. Deu pra ver que, ao mesmo tempo em que nós estamos ligados do lado de cá, eles também pilham muito do lado de lá. “Foi pouco tempo, mas valeu!” – como diz a música ‘Os Segundos’, do Cidadão Quem – e certamente vamos nos encontrar por aí em outros momentos. Boa sorte com o Tá Ligado, Liz!

E quem fez nossa foto foi....
E quem fez nossa foto o Duca e o Luciano foi….

 

... foi a Liz
… a Liz (click da Mari)
Tivemos tempo para um click no espelho do hotel

Tivemos tempo para um click no espelho do hotel Charrua, em Santa Cruz, local da coletiva

Saudações da Déia!

Minha banda predileta, Lacuna Coil

março 18, 2014
Lacuna Coil

Lacuna Coil

Salve, salve, salve, pilhados!

Gosto musical é gosto e isso não se discute.

Creio que não sou só eu que tem aquela banda preferida, tipo uma que não importa a fase da vida que você esteja, sempre para e escuta. Curtir um álbum de (no meu caso, #sesentindovelho) 1998 ou 2000, é como se aquele som fosse inédito. E vem à memória momentos bons, ruins, as letras batendo fundo… e o sentimento é recíproco no presente.

Pois bem, hoje te convido a conhecer a minha banda predileta, que se chama Lacuna Coil.

Formada na cidade de Milão, Itália, em 1994, a banda tem uma pegada gótica. A sonoridade do instrumental ousado e inovador e o contraste grave de Andrea Ferro somados aos agudos de Cristina Scabbia, chegaram à gravadora Century Media, uma das maiores no ramo do metal.

Lacuna Coil já lançou nove CD’s de estúdio, são eles:

Lacuna Coil EP (1998)

In a Reverie (1999)

Half Life EP (2000)

Unleashed Memories (2001)

Comalies (2002)

Karmacode (2006)

Shallow Life (2009)

Dark Adrenaline (2012)

Broken Crown Halo (2014)

A banda é formada por: Cristina Scabbia – vocalista, Andrea Ferro – vocalista, Marco Biazzi – guitarrista e Marco Coti Zelati – baixista.

Confere aí um dos tantos sons que aprecio, chama-se Trip The Darkness.

Abraços,

Gab

A cada dia, um novo lugar

março 17, 2014

Programas em família sempre são legais, né? Sou suspeita em falar, porque vivo desbravando lugares com os meus pais. (Vocês não sabiam? Pois é…)

E nesse domingo, 16 de março, eles propuseram que saíssemos para almoçar em um lugar diferente. Nunca sei o destino, meu pai é meio maluco (em um bom sentido, claro) e gosta de coisas diferentes. Somos aquele tipo de família que não precisa de meses para se programar. Se queremos ir e todos estiverem de acordo, nós juntamos as coisas e vamos. Deve ser por isso que eu sou meio maluquinha. (Tá, vamos parar com as brincadeirinhas… hehehe).

Eu curto essa ideia e sempre estive disposta para tudo. E ontem, como de costume, acordamos cedo e saímos com o intuito de conhecer um novo lugar – ou um lugar que todos já conheciam menos minha mãe e eu.

Tenho muitos colegas da faculdade, e claro, sempre tive vontade de conhecer o lugar de onde cada um vem. Vocês devem estar aí se perguntando porque eu tenho essa enorme vontade. Sabem por que? Quando conhecemos de onde cada um vem, passamos a entender ainda mais sobre eles, sobre o modo na qual vivem e como é o local onde cresceram ou moram.

Primeiro, passamos por Teutônia onde eu (atrasada) fui conhecer a Lagoa da Harmonia e também um pouco da cidade de onde alguns colegas meus vem. E claro, eu tive que registrar esses momentos.

Na Lagoa da Harmonia, esse é o morro mais alto. Bacana né?

Na Lagoa da Harmonia, esse é o morro mais alto. Bacana né?

Aproveitar a natureza é sempre bom

Aproveitar a natureza é sempre bom

Aproveitei pra saborear o nosso querido chimarrão

Aproveitei pra saborear o nosso querido chimarrão

Sabe onde fomos parar no fim de tudo? Em Bento Gonçalves! (É de rir, né?) Foi um domingo diferente e muito legal, aproveitamos para conversar sobre inúmeras coisas e também conhecer novos lugares e comida boa!

Obs: As fotos de Bento estão no celular do meu pai, ou seja, não tenho elas comigo 😦 Mas o que vale é contar um pouco do meu fim de semana legal para vocês, leitores.

Sorrisos da Ana Carolina!