Posts Tagged ‘body modification’

A oitava tatoo

março 26, 2014

O Na Pilha! desta semana aborda o ‘body modification’ (veja post relacionados aqui e aqui). A sugestão da temática foi da pilhada Scheila Ferreira, que no vídeo abaixo traz um pouco da produção de sua oitava tatuagem. Quer ver?

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Piercings e Tatuagens

março 25, 2014

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Piercings e tatuagens são um assunto que já resultou em algumas discussões e caras emburradas da minha parte. Lá com os meus 11, 12 anos, quando perguntava para meus pais se podia colocar um piercing, a resposta era a mesma: um ‘não’ bem grande e redondo.

Pouco antes da minha Primeira Comunhão, fiz os tão famosos segundos e terceiros furos nas orelhas. Lá se foi minha mãe e eu para o hospital (pois na farmácia não faziam a aplicação na cartilagem) com dois pares de brincos com pontinhas recém-feitas. Fiquei com os brincos durante cerca de um ano e, por descuido, acabaram fechando-se os furos. Mas eles foram abertos posteriormente e um deles resistiu insistente até umas duas semanas atrás, quando tive que tirar pelo fato de estar rasgando a orelha.

Com 14 para 15 anos, coloquei um piercing no umbigo, com autorização por escrito dos pais. Esse durou menos de um ano, pois o processo de cicatrização é demorado e precisei retirá-lo após uma rejeição do meu corpo à joia.

Com 15 anos, coloquei um piercing no nariz (nostril). Ao fazer uma entrevista de emprego, acabei tirando e, quem disse que eu conseguia colocá-lo novamente? E lá se foi meu piercing.

Aqui, me perco no tempo e não sei mais as ordens das coisas. Mas fiz minha primeira tatuagem em seguida. Depois, um piercing transversal na orelha esquerda. No fim do mesmo ano, minha segunda tatuagem. No ano seguinte, mais duas no mesmo dia, homenagem aos pais. Ainda no mesmo ano, mais duas tatuagens no mesmo dia, pequenas, com cerca de três centímetros de altura cada. Depois disso, mais uma (nossa, como fiz tatuagens em 2012!).

Nesse meio tempo, coloquei novamente o piercing no nariz, alarguei os lóbulos das orelhas, voltei a usar brincos. No meio de 2013, voltei a alargar os lóbulos das orelhas. Em novembro, fiz minha oitava tatuagem – para minha alegria e irritação dos meus pais. Uma semana depois, coloquei mais um piercing no nariz, agora no lado esquerdo.

Atualmente, tenho oito tatuagens e cinco piercings, contando os alargadores. Sim pretendo ainda colocar mais um ou dois piercings e deu, e ainda algumas tatuagens por vir. Como meus pais reagem a isso?  E ai vai a resposta “ Não adianta falar, tu é teimosa” palavras da minha mãe. Fato que eles não aprovam mas aprenderam a conviver. Para muitos o padrão de beleza são pessoas esqueléticas, mas sei que existe beleza em pessoas assim, que existe a beleza em pessoas modificadas.

Zombie Boy e Monami Frost

Zombie Boy e Monami Frost

Vou deixar aqui um vídeo de uma campanha que a Monami Frost fez intitulada BLANK IS BORING (o Branco é Chato)

Abraços Scheila

 

‘Body modification’: a grande maioria prefere não aderir

março 24, 2014

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A edição do Na Pilha! dessa semana é sobre tatuagens, piercings, implantes… o famoso ‘body modification’, que, acredito eu, a maioria de vocês já deve conhecer.

Eu, particularmente, amo tatuagens. Até que curto piercings, mas desde que sejam delicados. Tenho uma paixão por tatuagens. Como já postei aqui no blog há um tempo atrás, possuo uma tattoo no quadril esquerdo,  a frase ‘never say never‘. Sempre achei que a maioria dos jovens adorava tatuagens e qualquer tipo de modificação corporal, mas uma pesquisa realizada pelo site Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) mostrou que eu sempre estive errada. Pois é, minha gente! A pesquisa aponta que a “maioria dos jovens reprova a ação e não faria um desenho na pele”.

Com 18.678 votos, entre pessoas com idades de 15 a 26 anos, 54,44% respondeu que não faria qualquer tatuagem. Um número um tanto quanto inusitado, ao meu ver. Segundo uma analista de treinamento e desenvolvimento do próprio site Nube, esse fato, talvez, possa ser explicado pelo preconceito ainda existente na sociedade com pessoas que são adeptas ao ‘body modification’. O preconceito existente, principalmente, no mercado de trabalho é um dos principais motivos pelos quais a grande maioria dos jovens prefira não adquirir a arte na pele.

Confesso que essa notícia me surpreendeu, pois, como eu disse acima, sempre tive o pensamento de que parte da sociedade jovem gostaria de ter tatuagens. Fica de lição.

Beijocas da Mari!