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Livro: Projeto Rosie

março 28, 2014

Olá, galera! Faz tempo que não apareço por aqui, mas hoje vim falar sobre uma das minhas últimas leituras: O Projeto Rosie.

Vi o livro em um site e fiquei super curiosa. A capa é linda e chamou muito a minha atenção, então, é claro, que eu não poderia perder a oportunidade de lê-lo, né? (hehe) Aproveitei que já estava no site e comprei o livro sem pensar duas vezes.

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Assim que o livro chegou, fiquei ainda mais encantada. A capa é toda cheia de detalhes em alto relevo, muito amor, não é? Fiquei impressionada e louca pra começar a ler. Confesso que o primeiro capítulo é meio chatinho e até fiquei com medo de me decepcionar com o livro. Entretanto, com o desenrolar da história, fui me apegando aos personagens, principalmente a Rosie, que, em alguns aspectos, é muito parecida comigo. Mas, acabei pegando “raiva” do outro personagem principal, Don Tillman.

Don é um professor que entende tudo de genética e segue uma vida super regrada: tudo no seu dia a dia tem horário para ser realizado. Ele segue a risca essas regras para, dessa forma, conseguir realizar todas as suas tarefas no tempo correto. Apesar de ser muito inteligente e entender de diversos assuntos, Don é um desastre quando o assunto é socializar com as pessoas, especialmente as mulheres. Mas, tudo começa a mudar quando a doce e atrapalhada Rosie, surge em sua vida.

Rosie não é nada “comum” aos olhos de Don e ela faz tudo que ele abomina – fuma, não é pontual e, além disso, é vegetariana. Rosie porém, acha Don um cara engraçado, divertido e nada convencional. Aos olhos dela, ele parece mais um nerd velho e ranzinza. Para complicar ainda mais a história, Don cria dois projetos: o Projeto Esposa, para arrumar a mulher ideal e que esteja “enquadrada” em todos os quesitos de seu questionário, e o Projeto Pai para ajudar Rosie a encontrar seu pai biológico.

As confusões aumentam em decorrência desses dois projetos e, a partir dai, a história se desenrola de uma maneira leve e engraçada, fazendo com que seja impossível desgrudar da história e de seus personagens. O Projeto Rosie é uma divertida história sobre diferenças e de como, mesmo sem perceber, o amor e a vontade podem mudar as pessoas.

Fica aí minha sugestão, espero que vocês gostem!

Beijos da Mô!

A saga para aprender inglês

março 24, 2014

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Estudo inglês desde que me conheço por gente. Tá, ok, nem é tanto. Frequento cursos de inglês desde meus 11 anos. Fazendo-se uma rápida conta, percebe-se que estou nessa mais do que a metade da minha vida!

Nesse momento, algum engraçadinho pode perguntar: e como você ainda não está fluente?

Pois é, meu pai vive me perguntando isso! (rsrsrsrs)

A verdade, é que mesmo estando nessa de estudar uma segunda língua há tanto tempo, passei boa parte do período não gostando da tarefa. Aí já viu:
falta de dedicação + ‘estou sem vontade de ir na aula de inglês’= tempo perdido. Matemática pura.

Em resumo: sempre soube da importância de dominar o ‘idioma da globalização’, mas nunca havia trabalhado minha cabeça para isso. Nos primeiros anos, não gostava das aulas não porque a metodologia ou os professores eram ruins, mas sim, porque eu tinha, simplesmente, medo. Receava não compreender o que os professores diziam, não saber a resposta de um exercício, passar vergonha na frente dos colegas… Com isso, acabei formando bloqueios mentais que me impediram de curtir o aprendizado.

Depois, durante a faculdade, arrumava a desculpa da falta de tempo para não me dedicar. Sendo generosa comigo, faltava tempo mesmo, afinal, trabalho full time e facul todas as noites ‘roubam’ um bocado da semana.

Foi só depois da graduação concluída, que minha relação com o idioma do ‘Tio Sam’ começou a mudar.

Sei que cada pessoa tem o seu tempo e precisa lidar com suas questões. Mesmo reconhecendo isso, acho uma pena ter perdido anos preciosos enchendo a cabeça de ideias sem sentido e arrumando desculpas. Por isso, caso alguém se encontre na mesma situação, deixo algumas dicas:

– Torne o inglês divertido: aproveite músicas, filmes e seriados para aprender vocabulário e treinar o ouvido. Na verdade, essa é uma dica que muita gente dá, mas pouca gente coloca em prática. Bom, ao menos eu, não colocava em prática. A gente escuta músicas em inglês, por exemplo, o tempo inteiro. Mas quantas vezes a gente se concentra na letra para realmente entender o que está sendo dito?

– Convença alguém muito próximo a estudar com você: pode ser os melhores amigos ou o namorado. Quando você encara essa tarefa de forma coletiva, fica bem mais fácil. O período em que mais gostei de estudar inglês, aliás, foi quando tinha o namor como colega. Vai dizer que não é um bom incentivo?

– Encontre um jeito de estudar que você realmente goste. Para mim, essa é a dica mais importante. Por um tempão, tentei me policiar para estudar ‘fora’ das aulas de inglês. Tentava aprender vocabulário, assistir aos tais de seriados, escrever textos… mas a verdade é que eu logo ficava desmotivada. Sabe o que funcionou para mim? Estudar gramática! Sim, nem eu acredito nisso, mas de fato, é verdade! Encontrei uma gramática de ‘autoestudo’ que me dá muita satisfação em estudar. Quando estou ‘de bobeira’ em casa, pego o livro, um lápis e uma borracha, e fico ali, fazendo uns exercícios. É quase como se fosse uma palavra cruzada, sabe? As lições são curtinhas e, em cerca de 30 minutos, estudei um capítulo.

O que ajuda também, na minha opinião, é de fato PRECISAR do inglês, seja para o vestibular, um concurso, uma viagem… Estudar um conteúdo, qualquer que seja, sem ver a aplicação real, não é muito motivador. Por isso, se você quer aprender inglês, encontre um motivo para isso. Pode ser para participar de uma premiação, para fazer um intercâmbio, para não passar vergonha na frente dos amigos que sabem tudo… enfim, você é que precisa procurar.

Gostou das dicas? Good luck!

Beijosss da Anaa!

Estudos x Trabalho x Diversão

fevereiro 19, 2014

Um dos assuntos que os leitores pediram para ler no Na Pilha!, foi como conciliar tarefa escolar, trabalho e diversão. Então, cá estou para falar um pouquinho desse assunto e contar sobre as minhas experiências e a forma como eu me organizo.

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Confesso que quando eu estava na escola não era nada organizada. Não seguia um plano de horário para estudar, fazer os “temas”, ajudar em casa e ter um tempo só pra me divertir. Na verdade, eu fazia tudo conforme minha disposição e humor. Hoje, percebo que isso acabou me atrapalhando, já que agora, na faculdade, preciso estudar e me organizar muito mais. Ano passado, no primeiro ano de curso, a adaptação com os horários foi difícil e, muitas vezes, fiquei até tarde fazendo algum resumo ou trabalho porque “não tive tempo” para fazer antes.

Quando entrei pra Agência de Jornalismo da Unisc, a situação complicou ainda mais e, foi nesse momento, que “acordei” pra vida. Depois de alguns dias de uma rotina cansativa – acordar cedo, pegar o ônibus, enfrentar a viagem até a Unisc, estudar, fazer provas e, de tarde, trabalhar na Agência e vivenciar a rotina de matérias – meus horários mudaram e a minha adaptação, aos poucos, foi melhorando. Me organizar e seguir os horários que eu mesma havia imposto não foi fácil, mas era preciso.

Para me organizar melhor, fiz uma planilha: deixei um espaço em branco para cada dia do mês e nela escrevi as tarefas domésticas e o tempo livre que eu tinha durante o dia. Também comprei uma agenda e nela fui escrevendo as provas, trabalhos e compromissos, juntamente com os horários indicados para cada um. Durante a semana, deixei de ficar até tarde olhando filmes e as festas ficaram para os fins de semana. Depois de alguns meses, notei que a minha dificuldade em lidar com a nova rotina, tinha mudado e que, agora, tudo estava certo.

Agora que estou trabalhando na Folha do Mate e faço parte da equipe do Na Pilha!, meus dias e horários ficaram mais “corridos” e apertados, mas a minha organização não foi deixada de lado: continuo com a planilha e com a agenda sempre perto para me ajudar. Minha dica para quem, assim como eu, está passando por uma readaptação é simples: organização e foco. Pense no tempo que você tem para realizar cada coisa, planeje e se organize. São atitudes simples, mas que fazem total diferença no dia a dia e no resultado final.

Beijos da Mô!

Livro: Dançando sobre cacos de vidro

janeiro 24, 2014

Livros, uma das minhas paixões. E como boa literatura deve ser compartilhada, cá estou para dividir com vocês um livro que me deixou encantada e fascinada: Dançando sobre cacos de vidro.

dançando sobre cacos de vidro

Ka Hancock, autora do livro, é enfermeira com especialização em psiquiatria e aproveitou seu conhecimento para descrever diagnósticos, características e sentimentos típicos do personagem Mickey Chandler: um grave transtorno bipolar. Outra personagem do livro, é Lucy Houston, que possui um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo. Os dois, contrariando todas as estatísticas e opiniões, decidem ficar juntos e, a partir daí, vivem um amor intenso que a cada dia, dança sobre cacos de vidro.

“Precisa dele tanto quanto ele precisa dela, e toda essa necessidade é o que Deus concede a nós, seres imperfeitos (…)” (página 325).

Lucy conta com a ajuda das duas irmãs, Lily e Priss, e do cunhado Ron para enfrentar os problemas decorrentes do transtorno de Mickey e ele, só possui a ajuda de si mesmo e de seu sócio, para aguentar todos os sintomas. Lucy e Mickey são exemplos de amor forte, puro e verdadeiro, regado a muita fé e respeito. “Ele era real e tinha um defeito grave. Não fingia perfeição. O pacote estava aberto, danificado e sentado ali, me encarando, e eu achei tudo incrivelmente reconfortante, ainda que um pouco assustador (…)” (página 39).

Com o passar dos capítulos, nos envolvemos com a vida dos personagens – dúvidas, pensamentos, sentimentos e os sintomas das doenças. Torcemos para que tudo dê certo e quando as coisas saem um pouco do trilho, sentimos o desespero junto com eles. ‘Dançando sobre cacos de vidro’ é um livro cheio de detalhes que sabe envolver e prender a atenção do leitor.

Espero que vocês sigam essa dica e, ah, boa leitura!

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Beijos da Mô!

 

Dica de música!

setembro 18, 2009

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Gente, preciso invadir a área do Geferson para dar uma dica de música. Agora pouco fui até o Parque do Chimarrão para fazer as fotos dos nossos entrevistados do Na Pilha de terça e ouvi no rádio a música ‘Mesmo que mude’, da Bidê ou Balde.

A-do-ro essa canção! Não saberia nem lhes dizer o porquê, mas acho ela uma graça e poderia ficar ouvindo trilhões de vezes sem parar.

Fica o vídeo!