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‘Cidades de Papel’ vai virar filme!

março 25, 2014

cidade

Como já falei aqui várias vezes, ‘Cidades de Papel’, de John Green, é meu livro favorito no mundo. E, para a minha alegria e a alegria dos outros fãs, a obra vai virar filme! Isso mesmo, pessoal! ‘Cidades de Papel’, o melhor livro que eu já tive a chance de ler – e olha que já li muitos para a minha jovem idade – vai ir para as telonas!

Imaginem a minha surpresa e felicidade quando a Mô disse: “Mari, já está sabendo? ‘Cidades de Papel’ vai virar filme!” Vocês não fazem ideia do quanto eu estou radiante e é claro que eu senti a necessidade de compartilhar com vocês. Só quem é um grande amante de livros sabe a alegria que é descobrir que um dos seus ou o seu livro favorito vai virar filme. Pode até parecer exagero, mas quem ama ler e entra de cabeça nas histórias, acredita no enredo e vive pelos personagens, entende meu entusiasmo.

Nenhum outro tipo de informação foi revelado, portanto, só é possível saber que a obra de John Green irá para as telonas. Espero que não demora, pois a ansiedade está aumentando cada segundo mais! E, para quem não conhece ‘Cidades de Papel’, o que, acredito eu, não seja possível, deixo aqui a sinopse do livro:

“Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.”

Beijocas da Mari!

Do leitor: Jardim de Inverno

março 14, 2014

113079368SZ“Nós, mulheres, fazemos escolhas pelos outros, não por nós mesmas. E quando somos mães, nós suportamos o que for preciso por nossos filhos.” – Jardim de Inverno, de Kristin Hannah

Então, um dia você acorda, é um dia como outro qualquer, no entanto, você acaba de ler um livro que faz você ver a vida com outros olhos. Você pensa em todas as vezes que reclamou de coisas ‘insignificantes’, como por fazer muito calor ou muito frio, por não gostar de alguma comida, por ter de acordar para trabalhar, enfim… a sensação é de um egoísmo tão grande que dói no peito. Você pensa também nas vezes em que colocou um pão fora, por ele ser do dia anterior, isso dói ainda mais, até porque nos dias atuais, você ainda ouve o quanto há de fome no mundo e isso nunca fez você ser tocada tão fundo até você ler este livro.

Cada ser humano, em cada canto do mundo deveria ler, acho que a esperança voltaria para seus corações e suas almas, as pessoas se preocupariam menos com futilidades e muito, mas muito mais com a vida das pessoas a sua volta. Quando digo ‘vida das pessoas’ não se trata do conforto que sempre queremos dar para os nossos, e sim o amor e a dignidade que cada pessoa no mundo deveria ter, o mínimo da dignidade. Aquela mesma dignidade que você nem percebe que possui, que é a jóia mais valiosa no mundo, que se chama amor. Mas não se trata de letras soltas, que voam com o vento quando as pessoas falam, nos dias de hoje, as pessoas apenas falam da boca para fora, e ela deve partir da parte mais íntima da alma de alguém. O amor que faz você agradecer por ter algo para dar para seus filhos comerem, aquele que faz você agradecer por chegar em um hospital e em poucos dias você levar seu filho para casa completamente recuperado de alguma enfermidade, por ter uma cama quente e cobertas suficientes para que eles não sintam frio.

Mas lembrem-se, você deve ter consciência de que é uma pessoa abençoada, ainda temos mães que não dormem a noite por terem medo que seus filhos não estejam respirando quando elas acordarem, seja por frio, por fome ou ainda pela violência que assola nosso planeta.

Trecho do livro,

“Eu faço a única coisa em que consigo pensar: corto meu dedo e o coloco na boca dele. Como um recém-nascido, ele suga meu dedo, bebendo meu sangue morno. Isso dói, mas não tanto quando escutar a congestão nos pulmões dele ou sentir o calor na sua testa.”

Uma mãe em meio a uma gerra, com dois filhos, 4 e 5 anos, lutando pela sobrevivência, principalmente pela sobrevivência de seus dois filhos. O filho está doente, à beira da morte e não há remédios, médico ou hospitais e não há comida.

Faça o mundo valer a pena, não apenas para alguns, mas para todos, onde não há guerra, onde não há fome, onde não há sede, este sim é o paraíso. Por que não é possível que todas as pessoas vivam nele, neste paraíso? Eu digo a você, é possível sim, mas o egoísmo não permite isso.

OBS.: Essa postagem é uma colaboração da leitora Camila Schuh, que ao ler este livro, quis contribuir conosco. Você também tem alguma coisa bacana para dizer? Envie para nós!

Uma aventura na companhia de Aslam

março 13, 2014
Capa do livro 'As Crônicas de Nárnia - Volume Único'

Capa do livro ‘As Crônicas de Nárnia – Volume Único’

Sabem aquele ditado que diz que ‘não se deve julgar um livro pela capa?’. Pois comigo ocorreu uma coisa bem semelhante: há uns três anos, comprei em uma promoção o livro ‘As Crônicas de Nárnia – Volume Único’. É um livrão que reúne todas as histórias escritas por C.S. Lewis, como as famosas ‘O leão, a feiticeira e o guarda-roupa’, ‘O Peregrino da Alvorada’ e ‘O cavalo e seu menino’.

Ocorre que, na época, quando comecei a ler o livro, achei a história ‘meio parada’. Talvez não fosse, de fato. Talvez, o que tenha acontecido, é que eu tinha outras obras ‘mais interessantes’ para ler.

Mas o que importa, é que neste verão, parada dentro de uma livraria com uma braçada de livros, pensei com meus botões: não compro mais nenhum volume antes de ler ‘As Crônicas de Nárnia’.

E não é que, vencido o início meio parado (que nem era tão parado assim), as histórias se revelaram ser uma delícia? Que coisa boa, em meio a rotina, parar uns minutinhos para mergulhar em um mundo repleto de animais falantes, feiticeiras, viagens entre mundos, expedições marítimas e muito mais.

Escritas, entre 1949 e 1954, as histórias também trazem uma deliciosa nostalgia, com viagens em carruagens e titias adoentadas.

Vale lembrar que as histórias ‘O leão, a feiticeira e o guarda-roupa’ e ‘O Peregrino da Alvorada’ já foram adaptados para filme. Mas como sempre ocorre, aviso que o livro é bem melhor! Quer ver um trailer?

Beijosss da Anaa!

Livro: Dançando sobre cacos de vidro

janeiro 24, 2014

Livros, uma das minhas paixões. E como boa literatura deve ser compartilhada, cá estou para dividir com vocês um livro que me deixou encantada e fascinada: Dançando sobre cacos de vidro.

dançando sobre cacos de vidro

Ka Hancock, autora do livro, é enfermeira com especialização em psiquiatria e aproveitou seu conhecimento para descrever diagnósticos, características e sentimentos típicos do personagem Mickey Chandler: um grave transtorno bipolar. Outra personagem do livro, é Lucy Houston, que possui um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo. Os dois, contrariando todas as estatísticas e opiniões, decidem ficar juntos e, a partir daí, vivem um amor intenso que a cada dia, dança sobre cacos de vidro.

“Precisa dele tanto quanto ele precisa dela, e toda essa necessidade é o que Deus concede a nós, seres imperfeitos (…)” (página 325).

Lucy conta com a ajuda das duas irmãs, Lily e Priss, e do cunhado Ron para enfrentar os problemas decorrentes do transtorno de Mickey e ele, só possui a ajuda de si mesmo e de seu sócio, para aguentar todos os sintomas. Lucy e Mickey são exemplos de amor forte, puro e verdadeiro, regado a muita fé e respeito. “Ele era real e tinha um defeito grave. Não fingia perfeição. O pacote estava aberto, danificado e sentado ali, me encarando, e eu achei tudo incrivelmente reconfortante, ainda que um pouco assustador (…)” (página 39).

Com o passar dos capítulos, nos envolvemos com a vida dos personagens – dúvidas, pensamentos, sentimentos e os sintomas das doenças. Torcemos para que tudo dê certo e quando as coisas saem um pouco do trilho, sentimos o desespero junto com eles. ‘Dançando sobre cacos de vidro’ é um livro cheio de detalhes que sabe envolver e prender a atenção do leitor.

Espero que vocês sigam essa dica e, ah, boa leitura!

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Beijos da Mô!

 

Um novo jornalismo

janeiro 10, 2014

Poucas pessoas conhecem ou já ouviram falar do Jornalismo em quadrinhos. Isso mesmo, quadrinhos. Tive a oportunidade de fazer uma matéria sobre esse assunto na faculdade e confesso que, a partir daí, comecei a procurar e a me interessar mais sobre o assunto. Mas, afinal, o que é Jornalismo em quadrinhos? É uma reportagem com a mesma profundidade de uma reportagem literária, mas, em vez de seu usar a linguagem convencional do jornalismo, se usa a dos quadrinhos.

De uma forma geral e simples, Jornalismo em quadrinhos é a arte de colocar apurações e reportagens jornalísticas em formato de quadrinhos – com balões, ilustrações e personagens. Um dos ilustradores mais famosos desse ramo é Joe Sacco, autor da história em quadrinho ‘Palestina – Uma nação ocupada’, que trata do conflito entre israelenses e palestinos. Sacco apurou, escreveu e, por fim, desenhou e ilustrou a história. O ilustrador brasileiro mais conhecido é Augusto Machado Paim, e para conhecer mais do seu trabalho é só clicar aqui.

Para conhecer mais sobre o Jornalismo em quadrinhos, é só acessar o site da Catraca Livre clicando aqui.

Ganhei o livro do Joe Sacco de presente e posso garantir, as ilustrações e a história são incríveis!Imagem

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Espero que vocês tenham gostado da dica! Beijos da Mô!