Posts Tagged ‘música’

k-Pop

março 20, 2014

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Eles fazem sucesso por lá e por aqui também. Não sou uma especialista em música. Eu só um gosto a mais. Quando falamos em POP, o que lhe vem à cabeça?  Muitos dirão: Madonna (contribuição de Gean Paulo Naue), Lady Gaga, Miley Cyrus, entre outras. Você já ouviu falar em algumas das seguintes? B.A.P, Girls Generation, Exo, 2NE1? São grupos, as famosas boy bands e girl bands.  O primeiro grupo que conheci foi o B.A.P, o qual gosto. Acho legal o fato da sincronia nas coreografias. Sempre gostei disso, talvez por esse fato, eu goste um pouco de grupos assim. Confesso que conheço pouco dos demais, é só o B.A.P mesmo, mas já olhei diversos clipes de outros. Aqui no Brasil, existe uma legião de fãs de grupos de K-Pop e aí, se não conhece nenhum,  que tal olhar esse vídeo aqui? É um clipe do grupo B.A.P que foi lançado no dia 02 de fevereiro de 2014.

Abraço, Scheila

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Bastidores da coletiva da Cidadão Quem

março 14, 2014
Repórteres também "tietam"!

Repórteres também “tietam”!

Ontem à tarde, 13, ocorreu a coletiva de imprensa da banda Cidadão Quem, em Santa Cruz do Sul. E é claro que eu, a Mari, a Déia e o Gab não iríamos perder, né? Fomos representando a equipe do Na Pilha! e claro, vocês, leitores.

Chegamos no local da coletiva e outros meios de comunicação já estavam presente. Confesso que fiquei ainda mais nervosa, afinal, conheço a banda há algum tempo, curto as músicas, mas nunca me imaginei entrevistando algum dos integrantes.

Quando o Duca e o Luciano Leindecker chegaram, foi tipo “uou e agora?”. Mas, para quebrar o gelo e deixar todo mundo à vontade, o Duca até fez uma brincadeira perguntando se era a coletiva ou se já estava no show, pela quantidade de pessoas que estavam presentes no local. E, para completar, ele fez uma ‘selfie’ com o pessoal que estava lá. Dá pra acreditar?

Aos poucos os jornalistas presentes foram fazendo perguntas e surgiu um lado irreverente e engraçado do Luciano. Ele contou algumas histórias engraças dele e da filha, para explicar a diferença de comportamento entre os jovens e os “velhos chatos”, como ele se classificou.

O bate-papo foi super descontraído e rendeu boas risadas. Duca e Luciano responderam a todas as perguntas super bem humorados, brincando e fazendo comentários engraçados a cada nova pergunta e, assim, deixando todo mundo mais à vontade.

Já conheço a banda há algum tempo, mas confesso que, depois da coletiva, fiquei com a sensação de conhecê-los ao ponto de ser uma “amiga íntima”!  (hahahah)

Beijos da Mô!

Música nunca é demais

janeiro 17, 2014

“Se você faz a música pra comover; Se você faz a música pra incomodar; Se você faz a música pra iludir; Se você faz a música pra conquistar; Se você faz a música pra virar palavra (…)” trecho da música Palavra Cantada de David Duarte.

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Música, ta aí um assunto que abrange e agrada a todos. Meus pais são completamente opostos no quesito estilo e cresci ao som de uma boa mistura de gostos. Porém foi a partir dos gostos deles que moldei o meu gosto musical. Não sou eclética, tem certos estilos que não escuto nem sob tortura, mas tenho sim minhas preferências. Música Popular Brasileira e Rock (não aquele pesado de bater cabelo e fingir tocar guitarra) são os que mais me agradam.

O mais “estranho” da música é a sua diversidade: existe música pra chorar, rir, brigar, se divertir, fazer exercícios, meditar e por ai vai… Tenho músicas para todos esses momentos e para cada um deles, existe uma preferida. É claro que existe também, a “minha” música. Aquela que marcou um momento importante e sempre que toca, traz consigo lembranças e saudades.
É incrível imaginar o poder que a música tem de mudar não só o humor, mas o dia das pessoas. É só tocar alguma música que tudo se transforma e se for a música preferida de quem estiver ouvindo, aí então, tudo fica perfeito.

Para quem gosta de ouvir músicas online, além do youtube, existem várias opções e a minha preferida é o SuperPlayer (eles possuem músicas para cada momento e todas separadas por categorias!)
E pra finalizar, deixo aqui duas música, uma mais velhinha e outra mais recente, que venho escutando com frequência:

Beijos da Mô!

Cantora Feat. Cantora

dezembro 18, 2013

Ontem foi a final do The Voice EUA. E ninguém sabe quem ganhou, porque a performance de Lady Gaga feat. Christina Aguilera (que é uma das juradas do programa) ofuscaram o brilho do ganhador. As duas cantaram o novo single de Gaga do álbum ARTPOP ‘Do What U Want’. Veja a performace:

Essa apresentação já entrou na lista dos Feat. (duetos) mais lembrados da geração. Mas a que eu amo, em especial, foi Britney Spears, Madonna e a também Christina Aguilera, no MTV VMA de 2003. As três divas pop cantaram na época, duas músicas da Madonna ‘Like a Virgin’ e ‘Hollywood’. Com direito a beijo entre as três. Para quem não lembra:

Mais um Feat. muito especial e que ficou marcado no mundo da música Pop foi Beyoncé e Shakira, cantando ‘Beutifil Liar’, esse sim foi um oficial, com direito a faixa em cd e video clipe oficial:

Feat. sempre foi uma jogada muito bem aceita pelos fãs. E não há quem não goste de um bom dueto como foi esse que ocorreu ontem à noite do The Voice. Voltando ao programa, a grande ganhadora do Reality Show de música mais famoso dos Estados Unidos foi Tessanne Chin do time do Adam Levine.  Depois de ser coroada como campeã, Chin cantou com uma das vozes mais poderosas do mundo, Celine Dion (que se apresentou também na noite com Ne-Yo) e não se saiu nada mal:

Enjoy.

– Gean

A evolução da música portátil na minha vida

novembro 27, 2013

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2000 – Desde que me conheço por gente, escuto música, mas comecei a ter meus próprios tocadores somente com  sete anos. Antes disso, escutava no rádio do pai, da vizinha ou dos amigos que moravam por perto. Lembro muito bem que o primeiro tape que tive foi uma fita Sandy & Junior, aquela que tem a música da Maria Chiquinha. Nesse tempo achava que Sandy namorava o Junior. Depois dessa primeira tape, comecei a comprar mais e mais. Nunca com o meu dinheiro, claro. Com sete anos pedia tudo para meus pais: fita do Padre Marcelo, Vanessa Camargo, Kelly Key, mas minha grande coleção sempre foi Sandy & Junior.

2005 – O CD estava mais do que na moda, e eu havia comprado alguns sem nem ter um tocador. Escutava vez ou outra na casa dos amigos que tinham um aparelho com leitor. O mesmo fato aconteceu com o DVD, mais tarde, quando eu comprava os discos de DVD sem tem um aparelho que rodasse. Com o esquecimento do WalkMan, minhas fitas começaram a se perder, e a pilha de CDs aumentar. Hoje em dia, tenho poucos CDs da dessa época, alguns do Sandy & Junior, da banda Queen, e trilha sonoras de novelas.

2008 – Chega o MP3/MP4 para mudar minha vida. Agora, eu podia realmente escutar música quando ia, ou voltava da escola. Comprei meu primeiro MP4 com dinheiro de aniversário. Na época eu já tinha um celular também, mas ele não tocava música, a não ser os toque polifônicos. Como eu não tinha internet (ela só chegou um ano depois) as músicas que eu tinha eram básicamente as dos CD’s.

2010 – Com o meu novo celular que toca música, e a internet, os arquivos de MP3 quase não cabiam em um cartão de 4GB. Agora os CDs começaram a perder força e se perderem por aí e até estragaram.

2013 – Comprei um Media Player da Samsung, um aparelho específico para escutar música e ver vídeos. Com uma ‘baita’ memória ele permite que eu veja DVD’s (de shows, principalmente) inteiros. O celular já não toca mais música, isso ficou a cargo do Media Player.

Dá para perceber que assim que entra uma nova tecnologia, a antiga morre. De certa forma, é triste. Bons tempos aqueles que pegava a caneta BIC para rebobinar os tapes, e limpava o CD na camisa para tentar tirar os arranhões. Como desde pequeno era acostumado a comprar tape, VHS, DVD ou CD, nem as novas tecnologias que dispensam isso me fizeram parar. Hoje em dia, baixo um álbum; se ele é bom, vou até a loja e compro, para compor minha coleção. A moral é ter um contato físico, além de emocional, com a música.

Por: Gean Naue

Tem promoção bacana por aí

abril 28, 2011

Maquinados lança nova música de trabalho 'Venha Comigo'

Você já conhece a nova música de trabalho da banda Maquinados? ‘Venha Comigo’ está tocando nas rádios e também está disponível para download no site www.maquinados.com.br . Em parceria com o Na Pilha!, os rapazes lançam uma superpromoção. O leitor que completar de forma mais criativa o refrão da música ganha um MP4 com conteúdos da Maquinados, além de um kit com camiseta ou baby look, CD e adesivo. As respostas podem ser enviadas para o e-mail napilha@folhadomate.com.br até o dia 30 de abril. O ganhador será divulgado na edição de 3 de maio. Bacana, não é? Então se inspira e complete da forma que você quiser o trecho: “Talvez eu diga que não faz sentido, talvez eu diga …”. Esperamos a sua participação!

Dica de música!

setembro 18, 2009

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Gente, preciso invadir a área do Geferson para dar uma dica de música. Agora pouco fui até o Parque do Chimarrão para fazer as fotos dos nossos entrevistados do Na Pilha de terça e ouvi no rádio a música ‘Mesmo que mude’, da Bidê ou Balde.

A-do-ro essa canção! Não saberia nem lhes dizer o porquê, mas acho ela uma graça e poderia ficar ouvindo trilhões de vezes sem parar.

Fica o vídeo!

Alto e bom som – Cisão anunciada

agosto 31, 2009

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Depois de inúmeros vai-e-vem, agora a coisa parece que é séria: a parceria dos irmãos Gallagher, do Oasis, já era. Na última sexta-feira (28), o guitarrista Noel anunciou no site oficial da banda a sua saída do quinteto. O músico alegou que “o nível de intimidação verbal e violenta” contra ele, sua família e seus amigos tornou intolerável. O mais velho do marrento duo Gallagher ainda alegou, diante dessa situação, falta de apoio e compreensão dos gerentes e colegas de banda.

A decisão de Noel Gallagher vinha amadurecendo há algum tempo. Semana passada, a banda cancelou um show no sul da Inglaterra, oficialmente por uma laringite do vocalista Liam Gallagher. Já a consumação do abandono de Noel ocorreu pouco antes de a banda subir no palco do festival Rock en Seine, perto de Paris. Naquela noite, a cantora Amy McDonald, que tocou no festival, escreveu em seu Twitter que a dupla líder do Oasis teve uma briga horrível, com Liam quebrando a guitarra de seu irmão. Soma-se a isso as declarações dos irmãos de Manchester de que a banda deveria fazer, em breve, uma pausa por tempo indeterminado. Não deu tempo.

Segundo a impresa britânica, os demais integrantes do Oasis pretendem seguir em frente com a banda, mesmo sem o seu cérebro histórico. Já o produtor Alan McGee, que descobriu o Oasis, disse que a separação não deve ser definitiva. Embora tenha afirmado que esta foi a mais feia das inúmeras brigas entre os irmãos, ele acredita que haverá uma reunião em torno de cinco anos.

Gosto do Oasis exatamente por ser uma banda “marrenta”, que sempre fez questão de criar polêmica e fazer diferente, sem medo de sair de cima do muro. A separação dos irmãos Gallagher é mais um capítulo dessa trajetória de altos e baixos típica do rock’n’roll, característica praticamente morta nos dias de hoje. Com essa visão, me permito discordar da Ana, que comentou aqui no blog sobre o bom exemplo que a dupla Victor & Léo passa as pessoas. Não acho que devemos sair por aí esmurrando-nos e quebrando os pertences alheios, mas… de sorrisos e bons moços, o Senado está cheio.

Abaixo, a emblemática faixa “Rock’n’Roll Star”, abertura do debut do Oasis, o álbum “Definitely Maybe”. Nem tudo são flores na vida romântica de rockstar que os caras sempre se propuseram a viver. Como diz um baita frasista que conheço, as vezes a brincadeira acaba mal.

 Um aperto de mão do Geferson!

Fera foi tentar a entrevista!

maio 19, 2009
Jimi Joe e Wander Wildner fizeram o show acústico em Venâncio

Jimi Joe e Wander Wildner fizeram o show acústico em Venâncio

Quando dois eventos com apelo jovem movimentam o fim de semana, o jeito é se dividir para dar conta das coberturas. Por sermos diferentes, eu e a Anaa não tivemos problemas em definir a programação. Ela foi ao show do Hugo Pena e Gabriel. Eu fui assistir ao Wander Wildner.

A ansiedade de fazer a primeira entrevista com artista sozinha (as demais foram em coletivas de imprensa) e o medo de ser xingada (eu sabia que o músico em questão tinha um histórico mal-humorado com fãs e repórteres). Com esses sentimentos, parti para o Butecco, onde estava marcada a conversa.

Ele deveria chegar às 19h. Desembarcou às 21h. Não bastasse o atraso de duas horas, o roqueiro precisava passar som. Eram 21h30 quando eu, faminta e com horário marcado para me encontrar com os amigos, combinei que voltaria, antes da meia-noite, ao bar. A ideia era ser recebida, antes do show, no camarim.

A segunda tentativa da entrevista começou por volta das 23h, quando cheguei e encontrei o Leandro: “E aí? Posso ir pro camarim?”. “Pois é, ele não voltou da janta ainda”, respondeu o organizador da festa.

Fim da história: não precisei aguardar só até o fim do show como tive que esperar até o encerramento da sessão de fotos e autógrafos e do encontro familiar (sendo Wander um filho da Capital do Chimarrão, nada mais natural que a apresentação se transformasse em uma reunião de família).

Esperei um momento de distração do público e do próprio artista, toquei o braço do meu alvo e disse, o mais rápido que pude: “Wander, eu tô te esperando desde às 19h. Preciso de uma entrevista. É rapidinho”.

Fui recebida na cozinha mesmo. Mas ao fim da entrevista, toda a correria e a espera valeram a pena: seu Wildner estava sorrindo pra mim! Aproveitei aquela demonstração de simpatia para pedir uma foto e um autógrafo (afinal, também admiro pra caramba o som do cara).

E sobre a fama de mal-humorado com fãs e repórteres? Ele respondeu simplesmente: “Depende da abordagem da pessoa!”.

Bem, o resultado dessa aventura você confere na próxima edição do Na Pilha!

 

Flores da Dii