Posts Tagged ‘na pilha’

Sempre serei uma pilhada

março 31, 2014

Gente. Eu amo o Na Pilha! e quem me conhece já sabe disso. Agora, em meu momento de partida (sim, estou saindo!), só me resta olhar para trás e relembrar os bons momentos que não são poucos.

Como me sinto? Já estou com o coração apertado de saudade. Participar deste caderno jovem é uma experiência que guardarei pelo resto da vida.  Entrei no jornal, e automaticamente no Na Pilha!, em 2011. De lá para cá, foram ações, reportagens, eventos, publicações, aniversários…

Estive na despedida dos pilhados Juliana Bencke, Luis Cimirro e Danielle Rubim. Vi a chegada e a saída da Susiane Severo, da Giuliana Silva e do Fernando Uhlmann da equipe do Na Pilha! E também vi a chegada dos mais novos pilhados: Scheila, Gean, Ana Carolina,Gabriel, Marília e Mônica.

Por um momento, pensei que me eternizaria, como é o caso da Ana Flávia, da Rosilene (Nega) e do Rodrigo, que estão desde o princípio. Mas chegou minha vez de dar tchau. Foram dois anos e meio pilhando muito e, aqui dentro, serei eternamente uma Relações Públicas Pilhada, ou RPilhada, que é como me apelidei rsrsrs.

Para relembrar minha passagem por aqui, fiz uma junção de imagens com 17 momentos no Na Pilha! A ordem não é cronológica, só enumerei para mostrar para vocês:

Momentos pilhados

17 momentos pilhados

1 – Eu com Gean, Mô, Mari e Gab, em janeiro de 2014, quando estava indo para as férias.

2 – Luis, Jú, Anaa, Nega, eu e o Rodrigo. Este era o grupo em 2011, quando entrei para a equipe. Neste dia fizemos um churras na casa do Rodrigo.

3 – Em 2012, o Na Pilha! levou cafés-surpresa para turmas de algumas escolas para comemorar seus três anos. Esta foto foi na escola Leontina.

4 – Gean, Rodrigo, eu e Ana C. pilhando no Dia da Animação 2013. Aqui estávamos no cinema, aguardando a chegada das crianças da Apae.

5 – Nesta estávamos fazendo várias poses. Usamos uma para o expediente do Na Pilha!

6 – Aqui foi no dia da despedida da Juliana Bencke, uma pilhada nota mil.

7 – Eu e o Rodrigo com um leitor que participou conosco de uma prova de Orientação com Bússola, no Parque do Chimarrão.

8 – Gean, eu, Nega e Scheila na Feira do Livro de 2012.

9 – Anaa, Giu e eu, durante a Trilha do Monte Belo. Quase fiquei pelo caminho.

10 – Feira de Oportunidades, em  2012.

11 – Aniversário de 3 anos do Na Pilha!

12 – Fernando, Scheila, Rodrigo, eu, Nega e Anaa no quarto aniversário do Na Pilha!; fomos à pizzaria com leitores ganhadores da promoção.

13 – Gabriel, eu, Mari e Mônica em Santa Cruz, na coletiva de imprensa da banda Cidadão Quem.

14 – Rodrigo, Gean, Fernando, eu e a Scheila, em 2013, quando fizemos rapel.

15 – Rodrigo, Susi e eu no X-Picanha.

16 – Pilhando em Capão da  Canoa, em 2012.

17 – Mari, Mô, Gean, Ana C e euzinha de novo. Esta aqui foi no dia em que recriamos a capa do filme Juno.

Esta aqui foi na minha última ação como pilhada. A Mari, a Mô e eu fomos à escola Leo João Froelich, de Linha 17 de Junho, levar o On Game do Na Pilha!, um jogo que foi super legal, para encerrar com chve de ouro

Esta aqui foi na minha última ação como pilhada, no dia 26 de março. A Mari, a Mô e eu fomos à escola Leo João Froelich, de Linha 17 de Junho, levar o On Game do Na Pilha!, um jogo super legal, para encerrar minha jornada com chave de ouro

Olho para cada foto e lembro das coisas que aconteceram… Brincadeiras, agito e sempre muito trabalho. Uma prova de que é possível unir trabalho e diversão. Por mim, faria um álbum com muitas outras fotos, mas não caberiam aqui no post hehhe.

E para onde vou? Encarar novos desafios. Bem, tenho um caminho longo pela frente e espero que seja muito bom.

Aos leitores, foi muito bom estar com vocês nas reportagens e ações. Aos colegas, foi um prazer conviver com vocês, seus lindos. Podem ter certeza que me lembrarei de cada um, com suas manias e jeitinhos especiais porque, sim, vocês são mega especiais para mim. Obrigada por tudo, pilhados.

Sempre achei que a camiseta do Na Pilha! me caia bem hehe

Sempre achei que a camiseta do Na Pilha! me caia bem. Vou continuar usando hehe

Saudações da sempre RPilhada Déia

Indicação: blog ‘Livros da sua Cabeceira’

março 26, 2014

Eu, particularmente, sou uma viciada em livros e amo viver a vida de diversas personagens em vários livros diferentes, como vocês já devem estar cansados de saber, pois sempre que tenho a chance, falo sobre essa minha paixão aqui.

Para a minha alegria, descobri que uma leitora do blog também possui seu próprio blog e o melhor: sobre livros! O nome dela é Aline Bencke e ela administra o blog ‘Livros da sua Cabeceira’. Adorei o nome, devo dizer. E o conteúdo é ainda melhor! É claro que eu não pude deixar de dar uma espiadinha no blog e, para a minha surpresa, descobri, acidentalmente, que ela é uma grande fã de  Nicholas Sparks, assim como eu. Ou, ao menos, parece ser, pois encontrei várias postagens sobre os livros deste grande escritor.

O post que mais me chamou a atenção foi sobre o livro ‘Corações em Silêncio’, do próprio Nicholas Sparks (que novidade!), porém eu nunca tinha ouvido falar desse livro em particular, pois, acredito eu, não seja tão conhecido assim, não como todos os outros. É claro que agora estou morrendo de vontade de adicionar mais esse à minha coleção de livros do autor e a vontade de lê-lo só aumenta a cada instante. Deixo com vocês a sinopse da obra:

'Corações em Silêncio'.

‘Corações em Silêncio’.

“Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até o fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar. Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir – o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que não o deixam manter compromissos de longa duração. Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afetos.”

Para quem quiser conferir os outros conteúdos do blog de Aline, é só acessar http://livrosdasuacabeceira.blogspot.com.br/ e mergulhar nessas indicações encantadoras.

Beijocas da Mari!

A oitava tatoo

março 26, 2014

O Na Pilha! desta semana aborda o ‘body modification’ (veja post relacionados aqui e aqui). A sugestão da temática foi da pilhada Scheila Ferreira, que no vídeo abaixo traz um pouco da produção de sua oitava tatuagem. Quer ver?

‘Cidades de Papel’ vai virar filme!

março 25, 2014

cidade

Como já falei aqui várias vezes, ‘Cidades de Papel’, de John Green, é meu livro favorito no mundo. E, para a minha alegria e a alegria dos outros fãs, a obra vai virar filme! Isso mesmo, pessoal! ‘Cidades de Papel’, o melhor livro que eu já tive a chance de ler – e olha que já li muitos para a minha jovem idade – vai ir para as telonas!

Imaginem a minha surpresa e felicidade quando a Mô disse: “Mari, já está sabendo? ‘Cidades de Papel’ vai virar filme!” Vocês não fazem ideia do quanto eu estou radiante e é claro que eu senti a necessidade de compartilhar com vocês. Só quem é um grande amante de livros sabe a alegria que é descobrir que um dos seus ou o seu livro favorito vai virar filme. Pode até parecer exagero, mas quem ama ler e entra de cabeça nas histórias, acredita no enredo e vive pelos personagens, entende meu entusiasmo.

Nenhum outro tipo de informação foi revelado, portanto, só é possível saber que a obra de John Green irá para as telonas. Espero que não demora, pois a ansiedade está aumentando cada segundo mais! E, para quem não conhece ‘Cidades de Papel’, o que, acredito eu, não seja possível, deixo aqui a sinopse do livro:

“Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.”

Beijocas da Mari!

Piercings e Tatuagens

março 25, 2014

Imagem

Piercings e tatuagens são um assunto que já resultou em algumas discussões e caras emburradas da minha parte. Lá com os meus 11, 12 anos, quando perguntava para meus pais se podia colocar um piercing, a resposta era a mesma: um ‘não’ bem grande e redondo.

Pouco antes da minha Primeira Comunhão, fiz os tão famosos segundos e terceiros furos nas orelhas. Lá se foi minha mãe e eu para o hospital (pois na farmácia não faziam a aplicação na cartilagem) com dois pares de brincos com pontinhas recém-feitas. Fiquei com os brincos durante cerca de um ano e, por descuido, acabaram fechando-se os furos. Mas eles foram abertos posteriormente e um deles resistiu insistente até umas duas semanas atrás, quando tive que tirar pelo fato de estar rasgando a orelha.

Com 14 para 15 anos, coloquei um piercing no umbigo, com autorização por escrito dos pais. Esse durou menos de um ano, pois o processo de cicatrização é demorado e precisei retirá-lo após uma rejeição do meu corpo à joia.

Com 15 anos, coloquei um piercing no nariz (nostril). Ao fazer uma entrevista de emprego, acabei tirando e, quem disse que eu conseguia colocá-lo novamente? E lá se foi meu piercing.

Aqui, me perco no tempo e não sei mais as ordens das coisas. Mas fiz minha primeira tatuagem em seguida. Depois, um piercing transversal na orelha esquerda. No fim do mesmo ano, minha segunda tatuagem. No ano seguinte, mais duas no mesmo dia, homenagem aos pais. Ainda no mesmo ano, mais duas tatuagens no mesmo dia, pequenas, com cerca de três centímetros de altura cada. Depois disso, mais uma (nossa, como fiz tatuagens em 2012!).

Nesse meio tempo, coloquei novamente o piercing no nariz, alarguei os lóbulos das orelhas, voltei a usar brincos. No meio de 2013, voltei a alargar os lóbulos das orelhas. Em novembro, fiz minha oitava tatuagem – para minha alegria e irritação dos meus pais. Uma semana depois, coloquei mais um piercing no nariz, agora no lado esquerdo.

Atualmente, tenho oito tatuagens e cinco piercings, contando os alargadores. Sim pretendo ainda colocar mais um ou dois piercings e deu, e ainda algumas tatuagens por vir. Como meus pais reagem a isso?  E ai vai a resposta “ Não adianta falar, tu é teimosa” palavras da minha mãe. Fato que eles não aprovam mas aprenderam a conviver. Para muitos o padrão de beleza são pessoas esqueléticas, mas sei que existe beleza em pessoas assim, que existe a beleza em pessoas modificadas.

Zombie Boy e Monami Frost

Zombie Boy e Monami Frost

Vou deixar aqui um vídeo de uma campanha que a Monami Frost fez intitulada BLANK IS BORING (o Branco é Chato)

Abraços Scheila

 

A saga para aprender inglês

março 24, 2014

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Estudo inglês desde que me conheço por gente. Tá, ok, nem é tanto. Frequento cursos de inglês desde meus 11 anos. Fazendo-se uma rápida conta, percebe-se que estou nessa mais do que a metade da minha vida!

Nesse momento, algum engraçadinho pode perguntar: e como você ainda não está fluente?

Pois é, meu pai vive me perguntando isso! (rsrsrsrs)

A verdade, é que mesmo estando nessa de estudar uma segunda língua há tanto tempo, passei boa parte do período não gostando da tarefa. Aí já viu:
falta de dedicação + ‘estou sem vontade de ir na aula de inglês’= tempo perdido. Matemática pura.

Em resumo: sempre soube da importância de dominar o ‘idioma da globalização’, mas nunca havia trabalhado minha cabeça para isso. Nos primeiros anos, não gostava das aulas não porque a metodologia ou os professores eram ruins, mas sim, porque eu tinha, simplesmente, medo. Receava não compreender o que os professores diziam, não saber a resposta de um exercício, passar vergonha na frente dos colegas… Com isso, acabei formando bloqueios mentais que me impediram de curtir o aprendizado.

Depois, durante a faculdade, arrumava a desculpa da falta de tempo para não me dedicar. Sendo generosa comigo, faltava tempo mesmo, afinal, trabalho full time e facul todas as noites ‘roubam’ um bocado da semana.

Foi só depois da graduação concluída, que minha relação com o idioma do ‘Tio Sam’ começou a mudar.

Sei que cada pessoa tem o seu tempo e precisa lidar com suas questões. Mesmo reconhecendo isso, acho uma pena ter perdido anos preciosos enchendo a cabeça de ideias sem sentido e arrumando desculpas. Por isso, caso alguém se encontre na mesma situação, deixo algumas dicas:

– Torne o inglês divertido: aproveite músicas, filmes e seriados para aprender vocabulário e treinar o ouvido. Na verdade, essa é uma dica que muita gente dá, mas pouca gente coloca em prática. Bom, ao menos eu, não colocava em prática. A gente escuta músicas em inglês, por exemplo, o tempo inteiro. Mas quantas vezes a gente se concentra na letra para realmente entender o que está sendo dito?

– Convença alguém muito próximo a estudar com você: pode ser os melhores amigos ou o namorado. Quando você encara essa tarefa de forma coletiva, fica bem mais fácil. O período em que mais gostei de estudar inglês, aliás, foi quando tinha o namor como colega. Vai dizer que não é um bom incentivo?

– Encontre um jeito de estudar que você realmente goste. Para mim, essa é a dica mais importante. Por um tempão, tentei me policiar para estudar ‘fora’ das aulas de inglês. Tentava aprender vocabulário, assistir aos tais de seriados, escrever textos… mas a verdade é que eu logo ficava desmotivada. Sabe o que funcionou para mim? Estudar gramática! Sim, nem eu acredito nisso, mas de fato, é verdade! Encontrei uma gramática de ‘autoestudo’ que me dá muita satisfação em estudar. Quando estou ‘de bobeira’ em casa, pego o livro, um lápis e uma borracha, e fico ali, fazendo uns exercícios. É quase como se fosse uma palavra cruzada, sabe? As lições são curtinhas e, em cerca de 30 minutos, estudei um capítulo.

O que ajuda também, na minha opinião, é de fato PRECISAR do inglês, seja para o vestibular, um concurso, uma viagem… Estudar um conteúdo, qualquer que seja, sem ver a aplicação real, não é muito motivador. Por isso, se você quer aprender inglês, encontre um motivo para isso. Pode ser para participar de uma premiação, para fazer um intercâmbio, para não passar vergonha na frente dos amigos que sabem tudo… enfim, você é que precisa procurar.

Gostou das dicas? Good luck!

Beijosss da Anaa!

‘Body modification’: a grande maioria prefere não aderir

março 24, 2014

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A edição do Na Pilha! dessa semana é sobre tatuagens, piercings, implantes… o famoso ‘body modification’, que, acredito eu, a maioria de vocês já deve conhecer.

Eu, particularmente, amo tatuagens. Até que curto piercings, mas desde que sejam delicados. Tenho uma paixão por tatuagens. Como já postei aqui no blog há um tempo atrás, possuo uma tattoo no quadril esquerdo,  a frase ‘never say never‘. Sempre achei que a maioria dos jovens adorava tatuagens e qualquer tipo de modificação corporal, mas uma pesquisa realizada pelo site Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) mostrou que eu sempre estive errada. Pois é, minha gente! A pesquisa aponta que a “maioria dos jovens reprova a ação e não faria um desenho na pele”.

Com 18.678 votos, entre pessoas com idades de 15 a 26 anos, 54,44% respondeu que não faria qualquer tatuagem. Um número um tanto quanto inusitado, ao meu ver. Segundo uma analista de treinamento e desenvolvimento do próprio site Nube, esse fato, talvez, possa ser explicado pelo preconceito ainda existente na sociedade com pessoas que são adeptas ao ‘body modification’. O preconceito existente, principalmente, no mercado de trabalho é um dos principais motivos pelos quais a grande maioria dos jovens prefira não adquirir a arte na pele.

Confesso que essa notícia me surpreendeu, pois, como eu disse acima, sempre tive o pensamento de que parte da sociedade jovem gostaria de ter tatuagens. Fica de lição.

Beijocas da Mari!

Ser fã é um sentimento meio louco

março 21, 2014

Fans react as U.S. singer Mayer performs at the Rock in Rio Music Festival in Rio de Janeiro

Fãs, muitas vezes, são rotulados como ‘loucos’ pela maioria das pessoas, pois são capazes de fazer muitas loucuras e coisas sem noção para, ao menos, ter um vislumbre do ídolo. Para quem me conhece, sabe que sei muito bem o que é ser fã, mas também tenho meus limites.

Separei algumas loucuras já feitas por fãs ao redor de todo o mundo para vocês darem uma conferida, vejam só:

-Acredite se quiser, mas um fã enlouquecido da cantora Jessie J, já quebrou a própria perna para se parecer com ela.

– Uma grande fã do rapper Kanye West mudou o próprio nome oficialmente e passou a se chamar Sra. Kanye West para demonstrar o quanto ama seu ídolo.

– Um fã obcecado pela Taylor Swift foi preso nas redondezas da casa de praia da cantora, depois de confessar ter nadado até lá. Lembrando que a casa fica em uma ilha.

– A cantora Miley Cyrus foi presenteada com um fã que tatuou todo o seu corpo em homenagem à ela, depois de ter dito que a garota o ajudou após um divórcio.

Há uma grande diferença entre ser fã e ser obcecado, assim como há diferença entre sentir amor e admiração por um ídolo e ter uma obsessão, o que não é saudável para nenhuma das partes. Para tudo, há um limite e, desde que algumas coisas sejam feitas com consciência, todo mundo pode ter seus ‘ataques de loucura’ de vez em quando.

Beijocas da Mari!

Fonte: Site Falafil.

k-Pop

março 20, 2014

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Eles fazem sucesso por lá e por aqui também. Não sou uma especialista em música. Eu só um gosto a mais. Quando falamos em POP, o que lhe vem à cabeça?  Muitos dirão: Madonna (contribuição de Gean Paulo Naue), Lady Gaga, Miley Cyrus, entre outras. Você já ouviu falar em algumas das seguintes? B.A.P, Girls Generation, Exo, 2NE1? São grupos, as famosas boy bands e girl bands.  O primeiro grupo que conheci foi o B.A.P, o qual gosto. Acho legal o fato da sincronia nas coreografias. Sempre gostei disso, talvez por esse fato, eu goste um pouco de grupos assim. Confesso que conheço pouco dos demais, é só o B.A.P mesmo, mas já olhei diversos clipes de outros. Aqui no Brasil, existe uma legião de fãs de grupos de K-Pop e aí, se não conhece nenhum,  que tal olhar esse vídeo aqui? É um clipe do grupo B.A.P que foi lançado no dia 02 de fevereiro de 2014.

Abraço, Scheila

Minha banda predileta, Lacuna Coil

março 18, 2014
Lacuna Coil

Lacuna Coil

Salve, salve, salve, pilhados!

Gosto musical é gosto e isso não se discute.

Creio que não sou só eu que tem aquela banda preferida, tipo uma que não importa a fase da vida que você esteja, sempre para e escuta. Curtir um álbum de (no meu caso, #sesentindovelho) 1998 ou 2000, é como se aquele som fosse inédito. E vem à memória momentos bons, ruins, as letras batendo fundo… e o sentimento é recíproco no presente.

Pois bem, hoje te convido a conhecer a minha banda predileta, que se chama Lacuna Coil.

Formada na cidade de Milão, Itália, em 1994, a banda tem uma pegada gótica. A sonoridade do instrumental ousado e inovador e o contraste grave de Andrea Ferro somados aos agudos de Cristina Scabbia, chegaram à gravadora Century Media, uma das maiores no ramo do metal.

Lacuna Coil já lançou nove CD’s de estúdio, são eles:

Lacuna Coil EP (1998)

In a Reverie (1999)

Half Life EP (2000)

Unleashed Memories (2001)

Comalies (2002)

Karmacode (2006)

Shallow Life (2009)

Dark Adrenaline (2012)

Broken Crown Halo (2014)

A banda é formada por: Cristina Scabbia – vocalista, Andrea Ferro – vocalista, Marco Biazzi – guitarrista e Marco Coti Zelati – baixista.

Confere aí um dos tantos sons que aprecio, chama-se Trip The Darkness.

Abraços,

Gab